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Hirota e Sky.One: bancos de dados e sistemas na nuvem

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Sobre a empresa

O Hirota foi fundado em 1972, em São Paulo, por uma família de imigrantes japoneses. A rede cresceu ao longo dos 44 anos e já conta com 15 supermercados espalhados pela capital paulista e região metropolitana.

Desafio

O crescimento do Hirota nos últimos anos chamou atenção do grupo para a necessidade de investir em uma infraestrutura de TI mais moderna e segura, com autonomia para suportar o banco de dados e os sistemas de ERPs. Com o tempo, funcionários do grupo passaram a enfrentar uma rotina de lentidão, travamentos, falta de espaço em HD e quedas de links.

A todo momento recebíamos chamadas dos supermercados da rede reportando falhas no sistema conta Willian Vieira, coordenador de suporte do Hirota.

A alternativa encontrada pelo Hirota para superar o problema foi montar um disaster recovery. A empresa se comprometeria a erguer um segundo espaço para abrigar uma nova infraestrutura de tecnologia. O principal objetivo era possibilitar a recuperação dos dados em caso de falhas. A ideia, no entanto, não saiu do papel. Segundo o coordenador, os gastos com equipamentos na nova central ultrapassariam R$ 120 mil:

Teríamos que gastar com servidores, nobreaks, energia, software, uma estrutura grande e que já ficaria obsoleta em três ou quatro anos.


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Solução

No início de 2016, o Hirota decidiu alocar seu banco de dados e seus sistemas de gestão na nuvem. A decisão parecia viável após considerar as opções mais modernas no mercado, mas só foi tomada após a quebra de alguns paradigmas. Afinal, como convencer os diretores do grupo a substituir toda uma estrutura física por um sistema totalmente virtual?

A parceria da Amazon com a Sky.One foi essencial. Um player de sucesso mundial sempre traz respaldo, diz Vieira.

Antes de iniciar a migração, a Sky.One preparou todo o ambiente em nuvem em instâncias EC2 Windows para receber a estrutura do Hirota. Além do banco de dados, o grupo possui sistemas de frente de caixa, de controle de filas, clube de vantagens, descontos, folha de pagamento, além de softwares específicos para o posto de gasolina e o restaurante.

Resultados

Com o banco de dados e seus sistemas nas nuvens, o Hirota ganhou velocidade e estabilidade no acesso às informações. A necessidade de realizar backups manuais e atualização de hardware ficou no passado, possibilitando que funcionários dedicassem mais tempo a demandas mais estratégicas dentro das lojas. Além do custo de oportunidade, o grupo também registrou queda nos custos financeiros com servidores, técnicos, licenças de software e principalmente em energia, uma das maiores fontes de despesa do Hirota em época de estrutura física.

A todo momento recebíamos chamadas dos supermercados da rede reportando falhas no sistema