Como funcionava a infraestrutura antes?
O Hemocord Biotecnologia, por se tratar de empresa da área da saúde, sempre se preocupou com a questão da segurança das informações tanto pela questão natural vinculada ao valor de um banco de dados para a empresa, quanto pela questão da legislação a qual somos subordinados, então já possuíamos estrutura de banco de dados e aplicações em nuvem.

Quais eram os principais problemas?
Os principais problemas que tínhamos com esse fornecedor eram os custos vinculados e a questão do suporte. Após a contratação do serviço, os valores cobrados nunca eram os mesmos, haviam excedentes que não tinham explicações plausíveis sem contar a demora ou até mesmo falta de atendimento.

Esse cenário nos deixou inseguros quanto ao cumprimento daquilo que havíamos acordado em contrato, ou seja, se as questões de back-up realmente estavam acontecendo conforme programado, haja visto o que acontecia com a questão financeira.

O que culminou a decisão de migrar para a cloud?
Como mencionei anteriormente, já estávamos na cloud, porém em estrutura duvidosa. Após estudo mais detalhado percebemos que a proposta vendida não comportava a nossa estrutura e por isso, todo mês pagávamos valores excedentes, ou seja, para fechar o contrato dentro de um valor comercialmente vantajoso, nos apresentaram proposta com estrutura definida para um perfil de uso que na realidade não comportaria nossa estrutura e consequentemente teríamos sempre valores excedentes em nossa fatura. Sem contar que essa forma estrutural comprometia muito o desempenho das aplicações, trazendo ainda mais prejuízos operacionais para a empresa. Como a empresa não possui área específica de TI, obviamente não conseguimos identificar essa situação no momento da contratação.

Quais os diferenciais de antes e depois da cloud?
Após esse cenário identificado, fomos surpreendidos por mais um problema com o fornecedor. Para nossa surpresa estavam encerrando o perfil de serviço que tínhamos contratado e consequentemente seríamos obrigados a migrar para nova formatação estipulada por eles, que além de ter todo um transtorno de migração envolvido, ainda carecia de um grande investimento por parte da nossa empresa para nos adaptarmos ao tal novo formato.

Por sorte, um de nossos fornecedores de aplicações já trabalhava como parceira da Sky.One e a partir do momento que ficaram cientes da situação, as conversas evoluíram e em outubro de 2020 migramos nossa estrutura.

Os resultados dessa ação são inúmeros: segurança, credibilidade, agilidade, desempenho, custos corretamente dimensionados e cobrados de acordo com nossa necessidade. Isso sem contar toda questão de não termos de nos preocupar com estrutura física, tendo a certeza de a Sky.One conta com o que há de mais moderno em termos de tecnologia e segurança dos dados.

O que mudou na área de tecnologia da empresa e como está funcionando a operação neste momento delicado de pandemia?
Na realidade não mudou muito e como já trabalhávamos em estrutura similar, afora o desempenho do ambiente – que ficou muito melhor – não chegamos a ter alterações significativas no dia-a-dia. Mas sem dúvida, a facilidade de acesso fora da estrutura física da empresa facilitou muito a condução da operação nos momentos mais críticos da pandemia em que foi necessário migrar parte da estrutura para home office.