A redução de custos não é o único ponto a ser considerado em um projeto para adotar uma arquitetura na nuvem. A decisão tem como base critérios técnicos que indicam que o uso da tecnologia empregada na empresa já não atende as demandas de produção. Um sólida infraestrutura tecnológica é o que mantém a estratégia de TI em pleno funcionamento e por consequência, garante que as operações da empresa se mantenham disponíveis para clientes e fornecedores.

O objetivo do artigo é montar um checklist apresentando importantes razões para adotar uma arquitetura na nuvem, considerando outros benefícios, além da famosa redução de custos.

Uma arquitetura na nuvem vai além dos benefícios financeiros

Dois pontos são considerados prioritários no investimento em uma infraestrutura de TI, o primeiro deles consiste na estratégia do negócio. É ter em mente que tipo de estrutura será necessária para o funcionamento da empresa, atendendo a requisitos como ganho de produtividade e eficiência operacional.

O segundo ponto relevante, e que não pode ser esquecido, tem relação ao crescimento futuro, principalmente observando um cenário cada vez mais digital e conectado, como o que vivemos atualmente.

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As empresas, levando em consideração a satisfação do cliente, devem avaliar sua evolução a partir do padrão de consumo e exigências por níveis maiores de qualidade em produtos e serviços. Precisam definir uma arquitetura tecnológica que permita a expansão, considerada fundamental para sua existência no mercado.

Por isso leve em consideração os sinais a seguir como critérios de avaliação.

#Sinal 1

O custo de manutenção da arquitetura atual está apresentando alto crescimento com o passar dos anos

#Sinal 2

O aumento da aquisição de soluções para problemas pontuais. Isso pode indicar, por exemplo, que softwares que inicialmente deveriam resolver problemas em grande escala não estão sendo mais eficientes.

#Sinal 3:

O surgimento de soluções redundantes. O mesmo recurso definido para resolver um problema está sendo aplicado em diferentes situações, fora da arquitetura de TI existente.

#Sinal 4

O surgimento de dados redundantes. Com a análise de dados e informações processados é visto que a redundância não sendo tratada pela arquitetura atual.

#Sinal 5

O aumento de interfaces das soluções. Uma consequência da redundância de dados é o aumento das interfaces para o tratamento das mesmas informações, muito comum em soluções de software que são customizadas para as empresas

#Sinal 6

O crescimento da integração com outros sistemas. Isso indica que o software utilizado já não está atendendo a demanda atual, sendo necessário integrar com outras soluções, é preciso verificar o custo dessas integrações.

#Sinal 7

O aparecimento de soluções alternativas. Os problemas e recursos que foram inicialmente mapeados para a arquitetura da empresa estão sendo substituídos por outras alternativas.

#Sinal 8

Tecnologias obsoletas. A compatibilidade com as soluções de software utilizadas pelas empresas podem não estar acompanhando a evolução da infraestrutura utilizada.

O que podemos ver basicamente nos critérios descritos é que temos um desvio de caminho das empresas quanto ao uso de sua arquitetura tecnológica, isso tem impacto nos aspectos de hardware, software, rede e no processo produtivo. Uma arquitetura na nuvem amplia a abrangência desses aspectos e atua em pontos sensíveis como segurança da informação, alta disponibilidade, backup e recuperação, manutenção de toda a arquitetura e no uso de profissionais de alta capacidade técnica.

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Ao adotar uma arquitetura na nuvem buscamos objetivos como a redução do impacto negativo nos negócios, o aumento da satisfação dos clientes e a certeza das projeções futuras de crescimento, sem esquecer claro, nos aspectos de custos e prejuízos financeiros e de imagem, em decorrência de uma infraestrutura de TI que não atende a demanda de alta tecnologia que a transformação digital exige atualmente.   

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Escrito por

Equipe Sky.One

Este conteúdo foi produzido pela equipe da SkyOne, composta por especialistas em nuvem e transformação digital.