Um estudo publicado pela companhia Blue Coat Systems causou espanto nos CIOs, especialistas e observadores do mercado. Segundo o relatório Shadow Data Threat Report, cuja edição se refere ao primeiro semestre de 2016, as empresas estão utilizando 20 vezes mais aplicações em nuvem do que previam. Na época em que foram entrevistadas, as empresas participantes usavam, em média, 841 aplicações corporativas.

Estes números são bastante expressivos, e refletem a concretização das tendências feitas pelas consultorias há algum tempo atrás, de que tanto a nuvem como as aplicações em cloud seriam cada vez mais utilizadas pelas empresas. De fato, isto está acontecendo, e numa rapidez não esperada. No post de hoje, discutiremos mais sobre esse relatório e os desafios que a utilização de mais aplicações impõe. Acompanhe:

Mas afinal, por que as empresas estão utilizando mais aplicações?

Nos últimos anos, incontáveis jornais e consultorias especializadas têm disseminado pelo mundo interno a ideia de que a computação em nuvem é extremamente benéfica. E com cada vez mais empresas deixando de lado sistemas obsoletos e adotando aplicações corporativas baseadas em cloud – e comprovando os resultados de seu uso, os líderes de TI resolveram testar essa tecnologia e implementá-la de vez em seu ambiente.

Como resultado, eles tiveram suas operações simplificadas, obtiveram ganhos de produtividade e conseguiram reduzir muitos custos. E conforme o tempo passava, e as empresas obtinham mais resultados com o uso da cloud computing, os gestores começaram a dobrar, triplicar e quadruplicar o número de aplicações corporativas implementadas em sua infraestrutura.

E esta rápida migração para a nuvem contribuiu para a formação dos números mostrados no relatório da Blue Coat, e também para a concretização das tendências mostradas pelos especialistas no decorrer dos últimos anos. A consultoria IDC prevê que, até 2018, 27,8% do mercado global de aplicativos corporativos será baseado no modelo SaaS (Softwares as a Service ou, no português, Softwares como Serviço).

Em seus estudos, a IDC também diz que o número de aplicações em cloud está ultrapassando o de sistemas locais. A previsão é que a demanda por softwares SaaS supere em até cinco vezes a de softwares locais, sendo que estes últimos continuarão sendo utilizados por fábricas. Quanto aos tipos de aplicações, os de gestão de recursos e relacionamento com o cliente continuarão sendo os mais implementados.

Os desafios que a utilização de mais aplicações impõe

Além de apontar para o fato de as aplicações em nuvem estarem sendo bastante utilizadas, o estudo também abordou a questão da segurança. A migração para a nuvem originou uma série de desafios de segurança, que devem ser driblados pelas empresas se elas quiserem ter sucesso com essa tecnologia. Uma forma delas fazerem isso é contando com o apoio de fornecedores que disponibilizam soluções de segurança de ponta, como a AWS.

A Amazon Web Services tem uma infraestrutura capaz de assegurar a proteção de todas as aplicações de uma empresa, independentemente da quantidade que ela tiver. E com o modelo de responsabilidade compartilhada, tanto o provedor como o negócio se comprometem em adotar as boas práticas de segurança para proteger as aplicações e garantir o sucesso delas na nuvem.

E sua empresa, quantas aplicações em nuvem já utiliza? Como está garantindo a segurança delas e de seus dados? Compartilhe suas experiências conosco pelos comentários!