Até 2020, uma empresa que não utilizar a nuvem será tão rara quanto uma empresa que não utiliza a internet nos dias de hoje, de acordo com o Gartner, Inc. A maioria das inovações tecnológicas dos provedores de internet é centrada na cloud computing com a intenção clara de adequar essa tecnologia às necessidades das empresas.

Aceleração contínua

O Gartner aponta para uma aceleração contínua dos sistemas baseados em nuvem, que tem ramificações tanto para as empresas líderes de TI quanto para os empresários. Atualmente, 12% das empresas executam todas as suas atividades na nuvem, mas esse número quintuplicará nos próximos cinco anos.

Isso significa que os líderes e profissionais de TI verão seus papéis mudarem drasticamente nos próximos anos: do monitoramento de servidores, supervisão e manutenção de programação para tarefas de nível superior, vitais para a empresa. As organizações estão crescendo contando com a cloud computing como uma vantagem competitiva, e caberá aos líderes de TI orientar, recomendar e vincular seus negócios às melhores soluções tecnológicas do mercado. Para um líder empresarial, isso significa ter uma compreensão mais ampla da variedade de recursos on-line disponíveis para ajudá-lo a fazer seu trabalho e a gerir melhor a sua empresa.

Como um incentivo para que essas empresas migrem para a nuvem, mais recursos de TI de ponta estarão disponíveis apenas na nuvem, forçando as organizações relutantes a se aproximarem desse modelo. Além disso, muitos aplicativos e dados permanecerão bloqueados em tecnologias antigas e novas soluções de ponta serão baseadas na nuvem, aumentando a demanda por integração em infraestrutura.

As startups são maioria na nuvem

Não é de se surpreender que é mais fácil encontrar empresas totalmente sediadas na nuvem no setor de startups. Na verdade, perto de 40% das empresas mais recentes (que funcionam há cinco anos ou menos) executam todas as suas atividades na nuvem. Em apenas dois anos, dois terços das startups operarão totalmente pela nuvem. Dentro de alguns anos, esse número será de 96%.

Por outro lado, organizações mais antigas e mais sólidas no mercado têm migrado para a nuvem mais lentamente. Hoje, cerca de 12% desse grupo executa todas as suas atividades na nuvem, um número que chegará a 87% em 2020. Entre os fatores que contribuem para esse crescimento mais lento podemos citar a complexidade da sua infraestrutura, as dependências dos sistemas legados e os processos de negócio cimentados construídos em torno deles, o número relativamente alto de funcionários e a resistência desses próprios funcionários, que muitas vezes resistem a um ambiente de trabalho baseado em nuvem.

Empresas que contam com um quadro de funcionários mais jovem, com idade em torno de 20 anos, também são mais propensas do que suas homólogas com mais tempo no mercado a abraçar a nuvem na íntegra. Dezoito por cento já o fazem, e 82% dessas empresas estarão totalmente na nuvem até o ano de 2020.

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