A Euro 2016 já é considerada a maior da história do torneio – e isso não é nenhum exagero: 24 equipes competem pela taça, em comparação com as 16 equipes dos torneios anteriores. Para a UEFA (União das Federações Europeias de Futebol), e para país anfitrião do torneio, a França, o crescimento do campeonato significa um desafio adicional na infraestrutura, com 11 locais diferentes selecionados para receber as partidas durante a competição, que começou em 10 de junho e termina, em Paris, no dia 10 de julho.

Essa expansão, como a de qualquer empresa, traz consigo um maior envolvimento, maior investimento e, claro, um público muito maior. O aumento da Eurocopa também complica a logística do torneio que será executado e, em particular, há uma maior preocupação com a logística técnica. Com a proliferação de aplicativos e conteúdo filiados a grandes eventos esportivos baseados em Cloud Computing, como podem os técnicos de forma confiável, segura e eficiente entregar esse material em massa? Como o torneio será executado sem problemas para os inúmeros torcedores?

O que aconteceu da última vez?

O torneio Euro 2012, sediado na Polônia e na Ucrânia, já havia aproveitado a tendência móvel e desenvolvido um aplicativo oficial para smartphones e outros aplicativos móveis (totalmente gratuito). O aplicativo possui diversas funcionalidades, tal como o placar ao vivo dos jogos e, permite manter os usuários em contato com informações e os melhores lances dos jogos em tempo real. O aplicativo também inclui um recurso chamado Bantr, um fórum para os fãs se comunicarem uns com os outros, bem como notícias em geral, papéis de parede relacionados aos jogos e um recurso útil para identificar os locais dos próximos jogos. Essas funções foram hospedadas na nuvem, para permitir o acesso onde quer que o usuário esteja.

E em 2016?

Desta vez, a operação por trás dos jogos tem muito mais estrutura. Um centro de comando foi criado especificamente para a infraestrutura técnica do torneio 2016, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. Ao fazer isso, a Euro pôde lançar um software remoto em uma escala muito maior do em campeonatos anteriores da UEFA. A chave do software móvel desenvolvido para o torneio é um conteúdo baseado em Cloud Computing. Em 2016, o software da Euro está hospedado em uma nuvem privada escalável, capacitando-o assim para lidar com picos de demanda, quase inevitáveis no caso de um gol.

O papel da nuvem

Em locais onde as conexões de internet móvel são frequentemente muito difíceis, como em um estádio de esportes, aplicativos de abastecimento através da nuvem permitem trabalhar offline. Ao armazenar o núcleo na nuvem, o serviço centralizado pode ser mantido sob o mesmo teto. A UEFA, portanto, tem flexibilidade de alocar recursos para as áreas de conteúdo baseados em nuvem que mais necessitam deles, sem comprometer a segurança e manter a sua disponibilidade remota para os usuários. Contraria à percepção comum de que cloud computing é uma plataforma insegura, a nuvem privada UEFA foiprojetada para ser um sistema tão seguro quanto possível e para proteger os usuários e a rede principal.

A UEFA confia na nuvem para hospedar o conteúdo do torneio por quatro razões principais. Primeira: o conteúdo baseado em nuvem pode ser disponibilizado através de smartphones, uma vez que os fãs geralmente se movimentam muito, o que faz com que o material seja mais acessível. Dois: a infraestrutura pode ser centralizada e monitorada facilmente, dando a UEFA autonomia dos dados. Três: a demanda variável pode ser suprida devido a um modelo de capacidade escalável. Quatro: Tudo isso pode ser alcançado sem sofrer nenhuma ameaça a segurança.

A combinação vencedora para UEFA certamente é uma solução compatível para a grande maioria das empresas que enfrentam problemas semelhantes. A Sky.one é uma empresa parceira da AWS para soluções em nuvem. Conheça nossas soluções.