Michael Liebow, diretor administrativo global da Accenture Cloud, em seu artigo “How to Kill Your Zombie (Servers) Before They Eat You Alive”, nos chama a atenção a um fato interessante relacionado a existência de servidores subutilizados, no qual ele chama de “servidor morto-vivo”, existentes na arquitetura da nuvem de muitas empresas atualmente. 

Além do desperdício em relação aos ativos de tecnologia, ele destaca quanto a perda financeira e de outros recursos, que podemos citar como exemplo, o consumo de energia elétrica, impacto ambiental, etc.

E aproveitando esse gancho da publicação do Michael Liebow, vamos estender essa preocupação ao uso de recursos da computação em nuvem.

Nosso foco será a caça aos zumbis

O autor do artigo apresenta algumas opiniões polêmicas quanto ao uso da nuvem, que valeria contrapor com bons argumentos utilizando os conceitos e benefícios da Cloud Computing, mas isso vale um artigo a parte e fugiria do nosso foco. A caça aos zumbis.

No ponto de vista do autor, a automação promovida pela evolução da TI nas empresas tem como resultado a substituição de pessoas capacitadas pela agilidade do gerenciamento, utilizando processos automatizados de tecnologia.

Uma das consequências seria, na opinião do Michael, por parte das empresas que adotam a arquitetura da nuvem, uma abordagem desarticulada no processo de automação. Elas teriam o foco em resolver problemas específicos de forma ad-hoc e que não estariam se concentrando em uma solução para o todo. Gerando assim uma horda de servidores zumbi subutilizados, gerando novos problemas e prejuízos.

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O segredo está na definição na arquitetura da nuvem

Para combater a fragmentação, problemas e prejuízos, conforme descrito no artigo, “as empresas devem considerar suas necessidades de TI de forma holística – não apenas em um problema por vez.” É preciso de forma mais ampla, visualizando pontos como o crescimento futuro e o gerenciamento ágil e eficiente que deve ser alcançado com a arquitetura da nuvem.

E podemos ir adiante. Além de concordar com a opinião do autor, a estratégia é muito mais assertiva quando você associa a visão apresentada no artigo e transporta para a definição e planejamento da arquitetura da nuvem. Desta forma não só combatemos os servidores zumbis, mas vamos utilizar todos os recursos e serviços de TI de forma inteligente.

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O uso eficiente da nuvem é feita através da gestão inteligente dos recursos

Outro ponto do artigo de Michael Liebow que vale o destaque se refere ao custo incontrolável das empresas no uso de recursos através da arquitura da nuvem. Os gastos podem oscilar entre US$ 30 mil por mês até US$ 100 mil ou no caso de algumas empresas elas extrapolam esses valores.

A extinção definitiva dos zumbis em uma arquitetura de nuvem é resolvida através da gestão inteligente com a análise de indicadores, ferramentas que monitoram o uso de recursos e aplicações e a otimização do desempenho e segurança de todos os ativos e serviços que fazem parte da infraestrutura tecnológica de sua empresa.

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Escrito por

Equipe Sky.One

Este conteúdo foi produzido pela equipe da SkyOne, composta por especialistas em nuvem e transformação digital.