O momento é de crise global por conta da pandemia do COVID-19. E quando as operações comerciais são interrompidas, quem mais sofre são as micro, pequenas e médias empresas, que não trabalham com volume alto de caixa e por isso precisam acessar fontes de crédito e conseguir agilidade na antecipação de recebíveis.

Mas o cenário atual não está facilitando esse acesso. Mesmo com o grande aumento da demanda das empresas por crédito, e com a liberação de R$ 1,2 trilhão às instituições financeiras feito pelo Banco Central logo no início da crise, há várias dificuldades na antecipação de recebíveis e na liberação dos recursos. 

Para entender melhor o cenário, confira por que as empresas realmente precisam de crédito neste momento e qual a melhor forma de ajudá-las.

Houve um expressivo aumento na demanda das empresas por crédito e na dificuldade para acessá-lo

Em meio à pandemia do novo coronavírus, o Banco Central divulgou que as instituições financeiras registraram um aumento de 61,4%, entre o dia 9 de março e o dia 3 de abril de 2020, nas concessões de crédito para pessoas jurídicas, fazendo a comparação com o mesmo intervalo de 2019.

Os dados levam em conta as operações livres, ou seja, aquelas que não utilizam recursos da caderneta de poupança ou do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Principal dificuldade: os bancos passaram a pedir mais garantias dos varejistas

Por conta do risco desconhecido da crise que estamos viviendo, os grandes bancos – mesmo com todo o valor liberado pelo Banco Central – mantiveram suas taxas de juros e, para tornar a situação ainda mais difícil, aumentaram as suas exigências de garantias.

De acordo com entrevistas do Valor Econômico com pequenas e médias empresas, há diversos relatos de que o dinheiro não está chegando onde tem que chegar. Vale destacar também que a paralisação das vendas, com o fechamento do comércio, reduziu a disponibilidade dos recebíveis de cartões para as empresas.

Se as modalidades oferecidas pelos bancos são as mesmas oferecidas antes da crise, inclusive utilizando as mesmas taxas de juros, fica claro que isso não ajuda as PMEs no atual momento.

As fintechs se propõem a resolver os gargalos do sistema bancário tradicional

Essa falta de adequação e dificuldades geradas na tentativa de acesso a crédito via sistema bancário tradicional não é uma novidade no país. Em 2019, a PwC realizou um estudo sobre as fintechs de crédito e constatou junto aos seus entrevistados que existe uma série de gargalos que essas empresas podem resolver.

Esses gargalos vão desde a necessidade de obter agilidade na antecipação de recebíveis, com a aprovação de crédito mais rápida e menos burocrática (86%), passa por melhores condições de pagamento (67%) e chegam até no aumento do limite de crédito ofertado (42%).

Fonte: PwC | Pesquisa Fintechs de Crédito 2019

Com as mudanças que estão acontecendo e o aumento de empresas digitais que prestam serviços financeiros, se destacam também as techfins que podem solucionar essa série de problemas gerados pelos bancos.

Pequenas e médias empresas precisam de capital de giro e opções de crédito como a antecipação de recebíveis

Neste momento, não deveria existir dúvidas de que o acesso à crédito e outras formas de conseguir agilidade na antecipação de recebíveis são fundamentais para a sobrevivência das empresas.

O estudo Panorama PMEs: os impactos da COVID-19 e os passos para a retomada, realizada por PEGN, Resultados Digitais e Endeavor com PMEs brasileiras no mês de maio de 2020, constatou que 77,7% dos negócios consultados já tiveram impacto negativo na sua receita durante a crise.

Mas o problema ainda vai além disso. Segundo os dados do mesmo estudo, 52,4% das empresas só possuem caixa suficiente para manter a operação pelos próximos 6 meses. Isso significa que diversas pequenas e médias empresas correm sério risco de não conseguir se manter até o final do ano. E o acesso a crédito poderia mudar essa história.

Estimativa de tempo (em meses) que as PMEs conseguem operar com o caixa atual (Fonte: Estudo Panorama PMEs)

Com todo esse panorama, fica fácil entender a necessidade atual e compreender que neste cenário difícil é importante buscar alternativas no mercado.

 

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Com essa ação, os clientes do ERP conseguem acessar serviços financeiros com muito mais facilidade, conectando cada usuário com as diversas instituições financeiras parceiras para a disponibilização dos créditos para empresas.

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