Um recente estudo da Allianz Global Corporate concluiu que os empresários brasileiros tem mais medo de serem alvos de hackers e de interrupção dos seus negócios do que da inflação.

Esta preocupação, longe de ser exagerada, mostra que estão atentos aos problemas que aconteceram ao longo de 2016 e 2017 ao redor do mundo. Foram casos de ataques e ransomwares que afetaram desde empresas de pequeno porte à empresas governamentais, como o Sistema de Saúde Público do Reino Unido.

Petya, Wannacry e ransomwares

Os hackers evoluíram, saindo dos tradicionais vírus de computadores para algo mais destrutivo. Esse novo tipo de malware é chamado de ransomware, que vem da palavra em inglês ransom, ou resgate.

Ao se propagar, essas aplicações criptografam o conteúdo do seu computador e colocam uma senha que só será enviada em caso de pagamento de um resgate virtual, normalmente bitcoins para uma conta secreta. O sistema é reiniciado e você tem acesso apenas à uma tela, na qual estão as instruções para pagamento. Assim que é efetuado, você, teoricamente, recebe a chave de descriptografação dos dados. Em muitos casos, pode até pagar e não ter acesso aos seus dados de novo.

O alcance dos ataques foi imenso. Em pouco tempo, de acordo com o jornal britânico The Guardian, empresas gigantes como Maersk, Mondelez, WPP, foram afetadas.

Vulnerabilidades nos processadores Intel

No final de 2017 foram descobertas duas vulnerabilidades críticas em processadores Intel, que foram nomeadas Spectre e Meltdown. Ambas tem um grande potencial para dano, afetando equipamentos Windows, Mac e até Linux. Desktops, laptops, smartphones, todos estão vulneráveis, e recentemente, descobriram que outros fabricantes de chips, como a ARM, também estão sob risco.

O problema é tão complexo que os patches que a Intel desenvolveu para correção no Windows foi desabilitada pela própria Microsoft. Ainda não há uma solução completa e tanto a Microsoft quanto a Apple, continuam trabalhando para evitar problemas no Windows, Mac OS e iOS.

Cloud ao resgate

Ter acesso à informações em tempo real e agilidade nas negociações é fundamental para qualquer empresa de sucesso. Isso levou ao crescimento acelerado da computação em nuvem no mundo, e no Brasil.

Isso também mudou a forma como os CIOs estão pensando a sua infraestrutura. Soluções de alta disponibilidade e redundância, que antes eram caríssimas e exigiam equipamentos com prazos longos de entrega, agora estão disponíveis quase em tempo real. Backups online podem ser feitos em servidores remotos, de alta confiabilidade e baixo custo. Sistemas inteiros podem ser instalados e deixados em stand-by, prontos para uso em casos de emergências ou para a recuperação de desastres.

Cloud e Intel

Uma das maiores vantagens da utilização dos servidores na nuvem, como os da Amazon Web Services, a AWS, é que estes problemas são tratados por equipes altamente competentes em infraestrutura e armazenagem.

Os boletins, com explicações detalhadas, são publicados e enviados para os administradores de sistemas, que podem tomar ações proativas. Para o Spectre e Meltdown, as recomendações estão disponíveis em inglês no link do site da AWS.

Backup online

Dentro de um planejamento de recuperação e prevenção de desastres, também conhecido como Disaster Recovery, a presença de um backup contínuo é fundamental. As ferramentas online permitem que isso seja feito em localidades de baixo custo e alta segurança, como o Amazon Glacier, ou em sistemas de recuperação mais rápida, como o Amazon S3.

Para utilizá-las, disponibilizamos ferramentas que facilitam a configuração, backup e recuperação de dados. Além disso, nossa equipe de especialistas está à postos para avaliar seu ambiente e prover a recomendação com a melhor combinação de custo e benefício.

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Escrito por

Equipe Sky.One

Este conteúdo foi produzido pela equipe da SkyOne, composta por especialistas em nuvem e transformação digital.