Na era dos dados e da conectividade, o uso de sistemas, ferramentas e soluções para cumprir com várias funções e automatizar diversos processos é uma tendência para qualquer tipo de empresa. E por isso, a integração entre esses softwares, principalmente a integração de sistemas legados, é um dos desafios na área de TI.

A dificuldade para sincronizar as informações entre vários softwares está no fato de que cada um possui um desenvolvimento e um objetivo diferente, que pode gerar falhas de conexão ou de segurança.

Então como saber se o seu sistema possui integração? Quais as principais maneiras de fazer isso na prática? É isso que vamos conhecer a partir de agora.

O que os sistemas legados representam?

Os sistemas legados representam grande parte do mercado brasileiro de software. Esses sistemas foram desenvolvidos anos atrás com linguagens antigas e arquiteturas monolíticas a fim de serem implementadas para resolver o desafio de empresas de realizar a gestão de forma organizada.

Esses sistemas, por conta da sua tecnologia antiga, esbarram em códigos antigos e complexos, tornando difícil a integração com novos serviços, principalmente na nuvem com conexão baseada na Web.

Mas na prática, os sistemas legados utilizados precisam permanecer em uso pelas empresas porque a substituição do sistema legado por um novo sistema é um processo extenso e caro. Nesse caso, a opção mais viável para o crescimento da operação, e necessária para não perder nenhum tipo de dado, é fazer a integração de sistemas legados.

E por que não mantê-los separadamente ou substituí-los?

Manter os sistemas legados existentes não é apenas dispendioso, mas também põe em risco o bom andamento dos negócios, já que impede o crescimento e a expansão. Ser incapaz de fornecer aos usuários acesso às tecnologias mais recentes dificulta o gerenciamento das informações.

Mas substituir um sistema legado também é caro, arriscado e requer uma quantidade muito grande de desenvolvedores trabalhando em conjunto, sem falar que isso não traz nenhum tipo de benefício pensando nas necessidades futuras de uma empresa.

Independentemente do tamanho das empresas, elas precisam buscar uma solução ideal para a integração de sistemas legados.

2 principais formas de fazer a integração de sistemas legados

Focando nessa necessidade de manter toda a integração, mesmo com os sistemas legados nas empresas, podemos listar duas formas diferentes de fazer esse processo.

1. Usando integração API

Uma API é uma programação desenvolvida focada para realizar a integração de sistemas. É a partir disso que um sistema consegue realizar integração com outro, compartilhando e enviando dados ou informações de forma automática.

Mas na prática, essa maneira de fazer integração acaba não funcionando sempre. É que muitos softwares, principalmente quando falamos da integração de sistemas legados, não contam inicialmente com uma API aberta para realizar esse processo.

Só que, apesar da integração API ter essa função, precisamos quebrar o mito de que somente softwares novos que têm API desenvolvidas podem integrar. Na prática não funciona assim!

Já é possível fazer conexão entre diversos tipos de sistemas, mesmo que originalmente não disponibilizem uma API. É isso que vamos ver na próxima forma de fazer integração.

2. Utilizando um iPaaS

O iPaaS (Integration Platform as a Service), plataforma de integração de sistemas como serviço, é uma solução na nuvem que funciona como uma plataforma automatizada para conectar aplicativos e softwares implantados em diferentes ambientes.

Na prática, o iPaaS é frequentemente usado por empresas B2B (business to business) que precisam integrar sistemas e dados locais com sistemas e dados na nuvem. 

Isso significa que essa é a solução para, sem o uso de algum tipo de API, conectar e fazer a integração de sistemas legados. Ou seja, a afirmação de só realizar integração se a solução contar com uma API já não é mais verdadeira.

Quais os benefícios do iPaaS para a integração de sistemas legados?

Um iPaaS pode simplificar o fluxo de informações geral de uma organização. Ao criar uma plataforma virtual, ele conecta aplicativos e recursos para criar uma estrutura com várias funcionalidades compartilhadas na nuvem e entre softwares selecionados.

Todo o gerenciamento da plataforma pode ocorrer em um único local, minimizando o trabalho de uso de vários sistemas. Em resumo, o iPaaS ajuda a navegar pelos crescentes requisitos de integração de uma empresa sem adicionar custos a um ambiente de TI.

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