Cada vez mais, o futuro das empresas está na nuvem. Um recente levantamento conduzido pela Dell, o Global Technology Adoption Jndex (Índice Global de Adoção de Tecnologia) apontou para uma adoção em massa de cloud computing, ou computação na nuvem: 97% das empresas consultadas indicaram que já utilizam ou planejam utilizar a tecnologia. E vai além: relaciona o crescimento das organizações com a adoção do cloud computing, ao destacar que 42% das empresas que usam a tecnologia tiveram um crescimento no volume de negócios entre 6 a 10% nos últimos três anos. Já entre as empresas que ficaram de fora do movimento, 37% tiveram crescimento nulo ou negativo no mesmo período.

A redução de custos, a melhor alocação dos recursos de TI (Tecnologia da Informação) e ganhos de eficiência foram os principais benefícios do uso da nuvem pelas empresas que participaram da pesquisa. Não surpreende, portanto, a constatação de que o futuro de fato está na nuvem.

Mudança de paradigma

A utilização de computação em nuvem é uma mudança de paradigma que se iniciou já há algum tempo, com a virtualização de servidores. As empresas descobriram que gerenciavam melhor seus recursos de TI ao trabalhar com servidores virtuais, que utilizavam com maior dinamismo os recursos computacionais disponíveis, além de facilitar migrações e upgrades de plataforma.

Com a nuvem, esses conceitos foram levados diversos passos além. Não só os recursos estão virtualidades, mas estão disponíveis via a rede mundial de computadores, a Internet. Por esse motivo, não precisam mais sequer estar fisicamente presentes nas instalações das empresas. Popularizam-se os data centers, e a nuvem como a conhecemos começa a tomar forma.

O foco em servidores físicos se desloca por completo para servidores virtuais, que, do ponto de vista da área de TI das empresas, vive na nuvem, acessível de qualquer parte, a qualquer momento.

Flexibilidade e mobilidade na nuvem

Ao deslocar os serviços para a nuvem, a tradicional arquitetura cliente-servidor assume novos contornos. A figura do servidor passa a ser muito menos central, fazendo com que a nuvem passe a ditar o novo modelo de mobilidade. Enquanto nas antigas instalações cliente-servidor existia uma percepção de flexibilidade decorrente do fato dos sistemas poderem ser acessados de qualquer computador na rede corporativa que contasse com o software cliente, no modelo em nuvem, a flexibilidade decorre do fato do sistema poder ser acessado a partir de qualquer dispositivo conectado.

Uma maior adoção de tecnologias ligados a Web permite que os sistemas em nuvem estejam livres das fronteiras da rede corporativa e da dependência de um software cliente, conduzindo cada vez mais aos modelos de Software as a Service tão populares hoje em dia.

Segurança

Toda essa facilidade de acesso parece indicar uma fragilidade em termos de segurança. Ao contrário do que se poderia pensar, os sistemas em nuvem, por seu foco na Internet, são, de maneira geral, menos vulneráveis que os antigos sistemas cliente-servidor.

E não é só do ponto de vista da segurança em termos de defesa contra invasões: os padrões de segurança adotados nos data centers que hospedam a maior parte dos sistemas em nuvem do planeta são os mais altos possíveis. Segurança física no controle de acesso às instalações e na proteção contra incêndios ou outros tipos de desastre, além de mecanismos avançados de backup, são alguns dos fatores que fazem com que a hospedagem de servidores virtuais em data centers seja mais um dos fatores de sucesso da adoção da computação em nuvem.

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Escrito por

Equipe Sky.One

Este conteúdo foi produzido pela equipe da SkyOne, composta por especialistas em nuvem e transformação digital.