Entender o que é data center tornou-se imprescindível para o sucesso de um negócio. Além de ser uma alternativa eficiente para o armazenamento de dados, este ambiente mostrou ter grande potencial. De acordo com um relatório do Uptime Institute, a quantidade de funcionários para operar os data centers mundiais poderá crescer de cerca de 2 milhões, em 2019, para 2,3 milhões, em 2025.

Numa visão quantitativa, o Synergy Research Group revelou que os gastos mundiais com hardware e software de data center em 2020 foram de aproximadamente 89 bilhões de dólares, mantendo-se estável em comparação aos anos anteriores.

Mas afinal, o que é data center?

Antes de definir o que é data center, é preciso compreender o que é processamento de dados, o qual consiste em coletar, organizar e disponibilizar informações para que o usuário final consiga utilizá-las. O data center é um espaço físico em que as empresas hospedam documentos e informações cruciais de seus negócios, como um centro de processamento de dados. 

São diversos dispositivos que garantem a disponibilidade de ambiente e continuidade do trabalho como servidores, processadores, roteadores, dispositivos de segurança, entre outros.

A vantagem de implementá-lo é armazenar e garantir uma alta capacidade de processar quantidades elevadas de dados. Todos os sistemas e aplicações rodam integrados ao data center, por isso, é de extrema importância ser uma instalação protegida e com hardwares atualizados. A segurança é um diferencial da estrutura, já que será um local único ao invés de ter diversas fontes distintas.

Existem dois tipos de datas centers mais comuns utilizados pelas empresas:

  • Data Center Local – A própria empresa investe nas máquinas, no espaço físico e na manutenção;
  • Data Center Virtual – Uma empresa que aloca um espaço, constrói um data center e aloca espaços para outras empresas (colocation) arcando com o custo de manutenção;
    • Data center de nuvem privada – os recursos pertencem somente à empresa;
    • Data center de nuvem pública – utiliza a mesma infraestrutura de outras empresas.

Ter uma equipe especializada independe de tipo de data center contratado, o que muda é o seu tamanho. Com o data center próprio, é necessário contar com um time disponível para constante monitoramento e manutenção dos servidores e backups. Com o data center virtual, a equipe ainda precisa gerenciar algumas situações adicionais. Quanto aos sistemas em nuvem, a única preocupação é a aplicação.

Como é a migração para data center?

Cada migração é única e cada empresa possui necessidades e gargalos específicos, mas o essencial é ter um plano de ação robusto para que não haja imprevistos no meio no caminho. O mais importante é definir qual o objetivo: aumentar a capacidade, novos recursos e serviços, apostar em nuvem pública, entre outros.

O tempo varia muito conforme a maturidade e urgência da mudança. No entanto, deve ser levado em consideração que um data center local terá que ser adquirido e diversos equipamentos deverão ser instalados, ao passo que em campos virtuais, a infraestrutura está pronta, sendo necessário apenas alocar, instalar sistemas, aplicações e disponibilizar acessos. 

Cuidados com o data center

Alguns cuidados devem ser tomados com o espaço físico em que está localizado o data center, tais como: gerador, caso falte energia; climatização, pois os equipamentos tendem a esquentar o local; segurança contra raios, para evitar que sejam queimados. Assim como garantir que os planos de backup e disaster recovery sejam bons o suficiente para o nível do seu negócio.

Data center e LGPD

Os data centers virtuais em si já seguem uma série de regulamentações e leis, no entanto, não possuem controle sobre a forma em que o usuário acessa o seu servidor alocado. Se a conexão utilizada estiver comprometida, toda operação fica prejudicada. Por isso, é muito importante criar limitações de usuários que podem ter acesso ao banco de dados, em que situações e em quais momentos.

Como a Sky.One pode ajudar a sua empresa a migrar?

A Sky.One utiliza data centers virtuais mais conhecidos como nuvens públicas, uma vez que a infraestrutura é compartilhada com diversas empresas. Porém, cada empresa tem o seu espaço, ou seja, um jamais terá visibilidade do outro. 

Além disso, os ambientes disponibilizados aos usuários são efêmeros, ou seja, aquele utilizado hoje será diferente ao de amanhã, então se tiver sido comprometido de alguma forma, não impactará em outros usuários e acessos.

A Sky.One tem mais de 300 aplicações desktop já homologadas na nuvem, o que acelera de forma significativa a migração ou implantação dessas aplicações na nuvem. Em 24 horas, conseguimos disponibilizar acesso a aplicação homologada em nuvem.

Por meio dessas parcerias com os desenvolvedores de software, disponibilizamos qualquer acesso a aplicações desktop como um SaaS, ou seja, o TI da sua empresa terá responsabilidade somente em monitorar a implantação e utilização dos sistemas.

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