Até 2026, 25% da população mundial passará pelo menos uma hora por dia no metaverso, essa previsão é da Gartner Group – empresa de pesquisa e consultoria norte-americana. Mas, afinal de contas, o que é metaverso?

O termo vem aparecendo cada vez mais na mídia, principalmente após o Facebook ter anunciado sua mudança de nome para Meta e investido R$ 277 milhões na construção de seu próprio “mundo”. 

Origem do termo

Mas, o conceito de metaverso é um pouco mais antigo e surgiu pela primeira vez no século passado. Em 1992, o autor Neal Stephenson criou o termo em seu romance Snow Crash, publicado no Brasil como “Nevasca”.

O enredo do livro se passa em uma sociedade distópica, onde os habitantes para fugir da realidade utilizam o metaverso para viverem outras vidas. A obra faz uma previsão de que o metaverso será o sucessor da internet, como a conhecemos hoje. 

Como funciona o metaverso?

O metaverso é um nome genérico para o conjunto de mundos virtuais extremamente realistas, que já existem e crescem a cada dia mais. Neles é possível criar um avatar e fazer tudo o que um ser humano faz em sua rotina comum: 

  • Construir uma casa;
  • Ir ao shopping;
  • Assistir um show de um artista famoso;
  • Ver um filme no cinema;
  • Trabalhar no escritório;
  • Acompanhar aulas;
  • E muito mais.

A lista de coisas possíveis dentro do metaverso é infinita, uma vez que a experiência gerada nesses mundos permite que, por exemplo, você visite outros países enquanto estuda sobre eles ou converse com pessoas nativas de outros lugares para aprender uma nova língua. 

É claro que os dispositivos usados para acessar o metaverso fazem diferença à experiência, é possível acessá-lo via celular, mas ao usar um óculos de realidade 3D a sensação de “entrar na internet” se torna mais realista.

Já vimos coisas parecidas anteriormente, como o Second Life em 2003, porém, a tecnologia atual permite que o metaverso ofereça muito mais a seus usuários: realidade aumentada; criptomoedas; redes sociais; internet cada vez mais rápida, etc.

Ouça o episódio na íntegra clicando aqui!

Metaverso e a nova realidade

O Metaverso segundo Walter Longo

Em entrevista ao Sky.Cast, o especialista em inovação e transformação digital, Walter Longo, falou sobre o que é metaverso e o futuro dessa tecnologia. De acordo com ele, esse conceito faz parte da web 3.0, que é focada no poder dos usuários. 

No metaverso nós saímos de tudo que nós podemos ser e vamos para tudo que nós queremos ser, porque nele isso é possível. Para Longo, o ideal agora é que as pessoas se joguem de maneira entusiasmada nessa nova realidade. 

Porém, ainda existe um grande desafio para que o metaverso flua rapidamente: a interligação dos mundos. Atualmente, os mundos não conversam entre si, funcionando mais como ilhas, e se essa interoperabilidade demorar, o metaverso pode atrasar sua expansão.

Negócios no metaverso: o futuro das empresas

Se o mundo muda, os negócios mudam também. E se as pessoas estão indo para o metaverso, as empresas precisam se adaptar para estarem presentes nos mundos fictícios. 

Assim como no mundo real, é possível fazer publicidade na realidade virtual: outdoors, campanhas de marketing, lojas em shoppings virtuais, patrocínio de eventos, todas as estratégias já conhecidas podem ser replicadas. 

Mas, antes de pensar em uma divulgação dentro desses mundos, as organizações precisam entender que o momento atual é de resolução dos sonhos dos clientes, não mais de seus problemas. 

Por isso, a oferta de soluções precisam ser inovadoras e devem seguir o tripé: simplicidade de produtos e/ou serviços, flexibilidade de processos e individualidade de relação com consumidores. 

Esses conceitos só são alcançados com uma boa infraestrutura tecnológica e para isso uma empresa tem que investir tempo, dinheiro e foco na área de tecnologia. O metaverso é um bom lugar para se aventurar. 

Um novo desafio para o varejo

Walter Longo apontou em sua fala que o metaverso traz um novo desafio para o varejo. O e-commerce brasileiro cresceu em 75% durante a pandemia – de acordo com pesquisa da Mastercard – e isso fez com que as lojas físicas precisassem se reinventar. 

Assim, o foco das unidades físicas foi a experiência: só indo a uma loja física você poderia tocar, ver e sentir um produto. 

O metaverso aparece como alternativa a isso, já que pode oferecer a mesma experiência. E agora cabe ao varejo descobrir qual será o futuro das lojas físicas com o avanço do metaverso.

Aprenda sobre metaverso na Connect 2022

A Sky.One é uma empresa focada na transformação digital de negócios, em outras palavras: desenvolvemos plataformas para acelerar e aumentar os processos de diversas companhias. 

É por isso que está promovendo, pelo terceiro ano seguido, o evento Sky.One Connect, focado em conteúdo para pessoas apaixonadas pela transformação digital. 

Na edição 2022, temáticas como a democratização da tecnologia, cibersegurança, cultura e pessoas, experiências transformadoras, entre muitos outros temas que serão abordados pelos palestrantes convidados, dentre eles o próprio Walter Longo. 

E claro, um dos grandes focos do Connect será o metaverso! 

Durante as discussões, os especialistas em tecnologia da informação abordarão como essa nova realidade impactará os negócios, as tecnologias que todos os empreendedores precisam conhecer e darão dicas sobre o assunto. 

Assista ao vídeo abaixo para saber um pouco mais sobre o que vai rolar no dia 14 de junho!

 

Quer saber mais sobre empreendedorismo no mercado de TI? Então, não perca o Connect 2022! Inscreva já no site oficial do evento. 

Sky.One Connect 2022

Escrito por

Equipe Sky.One

Este conteúdo foi produzido pela equipe da SkyOne, composta por especialistas em nuvem e transformação digital.