Integrar sustentabilidade e tecnologia tornou-se uma necessidade nas empresas com o passar dos anos. Atualmente, existe um grande debate sobre como os avanços tecnológicos podem favorecer o meio ambiente. Um exemplo dessa discussão é o data center. Grandes empresas e profissionais da área de TI que operam com esse tipo de armazenamento sabem que os gastos para manter esse ambiente podem ser altos, uma vez que é preciso mantê-lo ativo 24 horas por dia com refrigeração. 

De acordo com dados de um estudo realizado pelo Laboratório Lawrence Berkeley, entre 2000 e 2005, quando a nuvem ainda não era tão conhecida, a despesa com energia elétrica por centros de dados aumentou cerca de 90%. Nos cinco anos seguintes, de 2005 a 2010, o progresso caiu para 24%. Até 2014, a procura pelo serviço subiu apenas 4%. No entanto, tudo mudou com a popularização da computação em nuvem, uma vez que empresas de todos os portes foram apresentadas à possibilidade de reduzir seu consumo de energia e, consequentemente, a emissão de carbono, o que permitiu caminhar para um futuro mais sustentável.

Além de todas as vantagens e benefícios gerados pela a migração para a nuvem, pesquisadores do Laboratório Lawrence Berkeley em parceria com o Google descobriram, em um estudo conduzido durante seis meses, que se trocassem os softwares comuns utilizados por 86 milhões de trabalhadores dos EUA para a nuvem poderiam economizar energia suficiente para abastecer a cidade de Los Angeles, na Califórnia, por um ano.

Outra constatação de que a nuvem pode favorecer o meio ambiente foi revelada por uma pesquisa realizada pela Accenture, que apontou que a migração e o gerenciamento da nuvem podem reduzir a emissão de CO2 em quase 60 milhões de toneladas por ano. Essa redução é permitida a partir de uma multitenancy (termo utilizado em plataformas SaaS, ou seja, locação compartilhada em provedores de nuvem pública), no qual grandes ambientes são capazes de atender milhões de usuários em empresas diversas de maneira simultânea em uma enorme infraestrutura compartilhada. Além da utilização de servidores que podem desempenhar cargas de trabalho mais altas por meio de infraestruturas menores e a eficiência em data centers, o gasto energético é significativamente menor.

Sky.One e responsabilidade social

As preocupações ambientais vão totalmente de encontro com a realidade do negócio e do mercado de cloud. O uso de uma quantidade menor de servidores e o melhor aproveitamento de sua energia é tão importante para reduzir o impacto de carbono do data center da empresa quanto utilizar diferentes fontes de energia. Nesse contexto, as empresas estão mergulhando cada vez mais em temas relevantes para o futuro da população e do planeta. Manter a transparência e confiabilidade com seu público e a sociedade podem garantir a sobrevivência de companhias e até sua prosperidade nos próximos anos. Isso é o que David Jones, CEO Global do Grupo Havas, debate no livro “Empresas Que Cuidam Prosperam”, de 2012.

Pensando nisso e na Semana Nacional do Meio Ambiente, que aconteceu entre 1 e 5 de junho de 2021, a Sky.One planejou encontros virtuais com os colaboradores para reforçar ainda mais a importância da compostagem e as medidas que serão tomadas em conjunto com o negócio socioambiental “Planta Feliz Adubo” para uma seleção e coleta mais efetiva. 

Ainda em parceria com o projeto, juntamente com a Oeko Bioplásticos, apoiamos a Semana da Compostagem, uma ação para reforçar que é possível diminuir a quantidade de resíduos enviados aos aterros, transformando em adubo, fechando assim o ciclo completo. No escritório da Sky.One, copos e recipientes de plástico já não são mais utilizados e todos os SkyOwners possuem canecas personalizadas. Além disso, a coleta seletiva do lixo gerado é realizada regularmente e há a possibilidade de inclusão de coleta e seleção de resíduos para compostagem.

Visando um futuro com maior integração entre a sustentabilidade e a tecnologia, a intenção é que essa conscientização faça parte da cultura interna da Sky.One para que nossos colaboradores consigam aplicar estes hábitos como um exemplo a ser seguido. O intuito é investir em iniciativas que incentivem atitudes mais sustentáveis e ecológicas, a fim de levar a expansão da cultura ambiental como um processo constante de dentro para fora.