A revolução tecnológica está acontecendo muito rápido e, com esse crescimento, a pressão para os varejistas inovarem e procurarem novas formas de vender mais com menos custo também aumentou.

Hoje, por exemplo,  a indústria do varejo está ganhando otimização de espaço, não perdendo muitos produtos com prazos de data de validade e reduzindo custos, tudo baseado em sistemas de Inteligência Artificial. Então, já é possível prever e sentir o tanto que essas  tendências tecnológicas que impactam o mercado.

Para você se preparar, listamos, abaixo, os top trends da tecnologia no varejo!

1. Computação em nuvem

O varejo atualmente é prejudicado por infraestruturas desatualizadas, sem segurança e com baixa disponibilidades, além de dificuldade na integração de sistemas e unificação de informações estratégicas, levando muito tempo para a tomada de decisões, prejudicando, assim, a lucratividade e até mesmo a experiência do consumidor que hoje é mais exigente e antenado do que no passado, onde um folheto poderia ser um grande influenciador de compras. Hoje, tudo é direcionado como serviço nos aplicativos. 

A computação em nuvem oferece uma maneira dos varejistas ganharem mais agilidade e competirem melhor, especialmente com rivais de comércio eletrônico puros, que já iniciam com a vantagem de estarem trabalhando, na maioria dos casos, direto na nuvem.

As principais vantagens de cloud computing são: 

  • Maior escalabilidade

A capacidade de escalonar seus sistemas de TI sob demanda é uma das grandes vantagens da computação em nuvem e é particularmente relevante para os varejistas, já que as lojas experimentam momentos de altas e baixas nas vendas dependendo das promoções, da época do ano e até mesmo do clima.

Os sistemas de TI no varejo precisam ser capazes de lidar facilmente com essa variabilidade e a computação em nuvem ajuda você a fazer isso de maneira econômica, permitindo que você contrate o nível de recursos necessários para seu uso real e amplie rapidamente, se for necessário.

  • Custos operacionais reduzidos

Com a computação em nuvem, você paga apenas pelo que usa. Isso pode gerar uma grande economia nos custos operacionais porque as taxas de utilização de hardware interno de computadores são geralmente altíssimos. Além disso, as atualizações são gerenciadas por provedores de serviços em nuvem, o que reduz novamente seu custo.

  • TI como serviço

Um dos grandes benefícios de estar em nuvem é consumo da TI como serviço, permitindo que de forma ágil empresas possam criar pequenos grupos de trabalho com o objetivo de trazer novas tecnologias, todas consumidas como serviço, para inovação e melhoria dos processos internos, como exemplo podemos falar de Big Data, IA, etc. Todas tecnologias disruptivas e alinhadas com o futuro do varejo, com o foco no cliente, que estão disponíveis para as empresas começarem a experimentar.

2. IoT – Internet das Coisas 

Os profissionais de marketing de varejo estão utilizando cada vez mais sensores de IoT para coletar dados sobre como os compradores estão envolvidos com mercadorias e marcas.

O varejo está descobrindo que a combinação de seus dados de IoT com outros insumos para as plataformas que já trabalham com os dados cadastrais dos clientes permite que os varejistas conectem informações que jamais seriam descobertas sem essa tecnologia.

Ao conectar dados de clientes coletados de atividades na loja com atividades de clientes fora da loja, como hábitos de navegação na Web, aplicativos móveis e centrais de atendimento ao cliente, os profissionais de marketing podem obter uma visão sem precedentes das experiências e preferências do cliente.

Muitos dos dispositivos que já são comuns nos ambientes de varejo atuais têm a capacidade de ampliarem suas funcionalidades para o IoT. Por exemplo, itens de sinalização digital, monitores de tráfego infravermelho, chips de rastreamento de inventário de RFID e telões interativos já estão em uso hoje, além claro de informações que podem ser colhidas pelo uso de aplicativos em seus devices como celular e tablet, que podem garantir insights importantes sobre o cliente.

3. Inteligência Artificial

Os varejistas vão mudar seus métodos de negócios ao adotar a tendência de IA. Agora, é possível ter acesso a novas fontes de dados e tecnologias disruptivas. Mas ao mesmo tempo, os desafios em torno do valor da IA ​​incluem:

  • Dificuldade em planejar o retorno do investimento;
  • Encontrar talentos;
  • Aproveitar bem o valor dos dados;
  • Criar uma relação próspera entre negócios e TI;
  • Criar uma cultura na empresa para abraçar novas tecnologias.

A inteligência artificial é definida como máquinas inteligentes que ampliam as capacidades humanas, detectando, compreendendo, agindo e aprendendo,  sempre evoluindo e com isso melhorando a capacidade das empresas em interagir com grandes volumes de clientes, fornecedores e até funcionários. 

Atualmente, os consumidores já usam na sua rotina alguns recursos de tecnologia baseados em IA, como é o caso dos assistentes digitais de voz. A IA será fundamental para entender as necessidades e desejos de diferentes consumidores, personalizando serviços e impulsionando a demanda no varejo.

Sem dúvida, essa tecnologia estará à frente das demandas com os principais provedores de tecnologia de varejo em 2020 e na lista de recursos para investir para a maioria dos varejistas.

4. Gerenciamento de estoques com a tendência do Omnichannel

O Omnichannel não é um novo conceito, mas estará mais presente como tendência no varejo em 2020. À medida que o interesse pela experiência de compras em multicanais cresceu, os clientes têm se adaptado a uma série de novos comportamentos de compra que utilizam a conveniência dos canais online e offline.

A implementação desses recursos pode ser um desafio se não tiver integrando totalmente suas operações online e offline. Para utilizar essa estratégia omnichannel, seus sistemas de cadeia de suprimentos, pedidos, atendimento e estoque devem ser sincronizados completamente entre si.

Sem uma única fonte de verdade para o inventário, o site, o mercado e os canais de vendas físicas estão completamente isolados uns dos outros. Isso significa que um item pode estar em falta em um canal, mas prontamente em estoque em outro. Se houver uma sincronização, os responsáveis não poderão acessar dados de compra entre canais, impactando negativamente a experiência de compra dos clientes

Mas certamente em 2020 mais varejistas vão investir em soluções de gerenciamento de estoque que vão permitir que eles se conectem através de um ponto central com cada um dos canais de venda.

Além destes pontos, a indústria vem investindo pesado em parcerias com empresas como Loop, que hoje já tem parceria com Unillever, P&G e Pepsico, para avançar com os processos de economia de ciclo, algo que pode mudar completamente toda a cadeia de distribuição.

5. Pricing

Os varejistas enfrentam várias decisões importantes ao determinar como precificar seus produtos. Definir a estratégia de pricing corretamente pode atrair mais clientes e impulsionar as vendas, enquanto os preços definidos incorretamente podem ter um impacto profundamente negativo nas vendas e prejudicar a fidelidade do cliente.

Por causa disso, a maioria dos varejistas vai continuar  a investir pesado nas tecnologias e estratégias de pricing para varejo, tentando garantir que os preços estejam definidos de maneira ideal

Os recursos de relatórios e análises oferecidos em seus sistemas de PDV para analisar as várias estratégias de precificação que usam já podem ser ampliados com novas tendências que surgem para automatizar o processo.

Esses recursos informam aos varejistas quais produtos estão vendendo melhor e fornecem informações sobre quais estratégias de preço estão sendo usadas para cada transação.

Podemos entender que a evolução do negócio é centrada na relação que é criada entre cliente e empresa através da experiência do cliente que é pautada por todas as tecnologias acima, que se interligam de forma orgânica, nuvem promovendo a segurança, e disponibilidade além do acesso aos serviços necessários, para o uso de big data, que podem não só trabalhar de forma inteligente grandes volumes de dados, mas também diversas fontes, sendo elas estruturadas e não estruturadas, permitindo uma análise de informações que antes eram impossíveis, como sentimento dos clientes, e o IoT e AI, colhendo informações para o big data pelo IoT e trabalhando elas de forma cognitiva pelo IA, aumentando eficiência e o das avaliações das diversas fontes de dados a serem trabalhadas, com este pontos em trabalho a integração entre os diversos canais, tende a ser real, assim saindo da multicanalidade para o Omnichannel e com mais insumos providos por Iot e big Data e o uso da IA, a construção do processo de compras e estoque tende a mudar trazendo resultados melhores para os clientes. 

Escrito por

Equipe Sky.One

Este conteúdo foi produzido pela equipe da SkyOne, composta por especialistas em nuvem e transformação digital.