1. Introdução
A utilização de dados biométricos tem crescido exponencialmente em diversos setores, de instituições financeiras a serviços de saúde. Essa tecnologia transforma a autenticação digital, tornando-a mais rápida, eficiente e segura. Mas, como qualquer avanço digital, surge uma questão essencial: como proteger essas informações sensíveis de forma confiável?
Segundo relatório da Cybersecurity Ventures, mais de 30% dos ataques cibernéticos projetados para 2025 terão como alvo dados biométricos, um aumento significativo em relação aos 23% registrados em 2023. Esse crescimento alarmante reflete o valor inestimável desses dados, que, ao contrário de senhas, são únicos, permanentes e insubstituíveis. O que acontece se um vazamento expor essas informações? Identidades podem ser comprometidas de forma irreversível, trazendo danos severos para indivíduos e organizações.
Diante de ameaças cada vez mais sofisticadas, é possível e necessário proteger dados biométricos com tecnologias avançadas e práticas eficazes. Mas quais são essas tecnologias? E como as empresas podem se preparar para garantir a segurança desses dados tão valiosos?
Neste artigo, exploraremos os principais riscos e desafios da segurança biométrica, apresentaremos as tecnologias mais avançadas para proteção e destacaremos as melhores práticas para garantir a privacidade das informações biométricas.
Boa leitura!
2. Riscos e desafios na segurança biométrica
A crescente adoção de tecnologias biométricas (como impressões digitais, íris e reconhecimento facial) traz benefícios significativos em segurança e conveniência. No entanto, essa inovação também apresenta desafios críticos relacionados à proteção desses dados sensíveis. Nesta seção, abordaremos os principais riscos associados à segurança biométrica, incluindo vazamentos de dados, fraudes e a importância da conformidade regulatória.
2.1. Vazamento e roubo de dados biométricos
Dados biométricos são únicos e permanentes, tornando-se alvos valiosos para cibercriminosos. Diferentemente de senhas, que podem ser alteradas em caso de comprometimento, dados biométricos, uma vez expostos, não podem ser substituídos. Isso significa que um vazamento pode ter consequências duradouras para os indivíduos afetados.
Em 2024, uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) revelou que 60% dos brasileiros que utilizam a internet estão preocupados com o fornecimento de seus dados biométricos. Essa preocupação reflete o receio de que tais informações possam ser expostas ou utilizadas de maneira inadequada, resultando em roubo de identidade ou acesso não autorizado a sistemas sensíveis.
Segundo a mesma pesquisa, o aumento na coleta de dados biométricos por empresas brasileiras também é notável, passando de 24% em 2021 para 30% em 2023. Esse crescimento amplifica os riscos associados a possíveis vazamentos, exigindo que as organizações implementem medidas robustas de segurança para proteger essas informações.
2.2. Fraudes e spoofing biométrico
Fraudes envolvendo biometria, como o spoofing (técnica em que fraudadores enganam sistemas biométricos utilizando reproduções falsas, como máscaras ou fotos), têm se tornado mais sofisticadas. A ausência de sistemas robustos de verificação de vida (em inglês, liveness detection) aumenta a suscetibilidade a esses ataques.
As técnicas mais comuns de spoofing envolvem:
- Uso de imagens ou vídeos: criminosos utilizam fotografias de alta resolução ou vídeos das vítimas para enganar sistemas de reconhecimento facial que não possuem mecanismos avançados de detecção de vivacidade;
- Deepfakes: uso de inteligência artificial para criar imagens ou vídeos falsos que replicam com precisão a aparência de indivíduos legítimos;
- Máscaras tridimensionais: a fabricação de máscaras 3D realistas, replicando as feições da vítima, é uma técnica mais sofisticada que pode iludir sistemas biométricos menos robustos;
- Manipulação digital: fraudadores podem substituir imagens capturadas em tempo real por versões manipuladas digitalmente, enganando o sistema durante o processo de autenticação.
E os setores mais vulneráveis são:
- Financeiro: bancos e instituições financeiras que utilizam autenticação biométrica para acesso a contas e aprovação de transações são alvos frequentes;
- Mobilidade urbana: plataformas de transporte que empregam reconhecimento facial para verificar motoristas e passageiros enfrentam riscos de spoofing;
- E-commerce e serviços online: lojas virtuais e plataformas digitais que adotam biometria para autenticação de usuários podem ser vulneráveis, facilitando compras fraudulentas e acesso não autorizado a informações pessoais.
Segundo relatório da Caf, entre janeiro e abril de 2024, as tentativas de fraudes utilizando ferramentas biométricas aumentaram de 2,08% para 2,79% em comparação ao mesmo período de 2023. Esse crescimento indica que, à medida que a adoção da biometria se expande, também crescem os esforços maliciosos para explorar suas vulnerabilidades.
Por outro lado, a eficácia da biometria facial na prevenção de fraudes é evidente. De acordo com o Serasa Experian, em 2022, essa tecnologia evitou prejuízos estimados em quase R$ 29 bilhões no Brasil, demonstrando seu papel crucial na proteção contra transações fraudulentas. Isso ressalta a importância de investimentos contínuos em soluções biométricas para salvaguardar informações sensíveis.
Apesar dos avanços, a crescente sofisticação das técnicas de spoofing exige que as empresas invistam continuamente em soluções avançadas de segurança. Além disso, é fundamental educar os usuários sobre os riscos associados e as melhores práticas para proteger suas informações biométricas.
2.3. O papel das regulamentações e da conformidade
A proteção de dados biométricos vai além da tecnologia: ela depende também de regulamentações que garantam o uso ético e seguro dessas informações. No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) classifica dados biométricos como dados pessoais sensíveis, exigindo consentimento explícito do titular, definição clara da finalidade de uso e a implementação de medidas de segurança para evitar acessos não autorizados e vazamentos.
Empresas que não cumprem as exigências podem sofrer penalidades severas, incluindo multas de até 2% do faturamento, limitadas a R$ 50 milhões por infração, e até a suspensão parcial das atividades relacionadas ao tratamento de dados. Além disso, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) monitora o uso de biometria, reforçando a necessidade de conformidade com as normas para proteger os direitos dos indivíduos.
Compreender e aderir às regulamentações é essencial para mitigar riscos legais, proteger a reputação da empresa e garantir a confiança dos usuários. Ou seja, investir em governança de dados não é apenas uma exigência legal, mas uma oportunidade de demonstrar compromisso com a segurança e a privacidade.
Os riscos são claros, mas a boa notícia é que as tecnologias para proteger dados biométricos evoluem constantemente. Na próxima seção, exploraremos as principais inovações tecnológicas que ajudam empresas a garantir a segurança biométrica de forma eficiente e confiável.
3. Tecnologias para proteção de dados biométricos
A segurança dos dados biométricos se tornou uma prioridade à medida que essas tecnologias são amplamente adotadas em diversos setores. Como vimos, proteger informações sensíveis é essencial para manter a confiança dos usuários e a integridade dos sistemas. A seguir, exploraremos três tecnologias-chave que fortalecem a proteção de dados biométricos; confira.
3.1. Criptografia e armazenamento seguro
A criptografia é uma ferramenta chave na proteção de dados biométricos. Ela converte informações sensíveis em códigos indecifráveis para usuários não autorizados, garantindo que, mesmo em caso de interceptação, os dados permaneçam protegidos. Técnicas avançadas, como a criptografia homomórfica, permitem que dados sejam processados enquanto ainda estão criptografados, assegurando a privacidade durante todo o ciclo de uso. Isso é particularmente relevante em sistemas biométricos, onde a exposição de dados pode levar a riscos significativos de segurança.
Além da criptografia, o armazenamento seguro desses dados é muito importante. Implementar soluções que integrem criptografia robusta com controles de acesso rigorosos previne acessos não autorizados e possíveis vazamentos. Por exemplo, a Apple utiliza a tecnologia de Proteção de Dados em seus dispositivos, permitindo que eventos comuns, como chamadas telefônicas, ocorram sem comprometer a criptografia dos dados do usuário. Essa abordagem garante que os dados biométricos estejam sempre protegidos, mesmo durante operações rotineiras.
3.2. Inteligência artificial na autenticação
A inteligência artificial (IA) tem revolucionado os sistemas de autenticação biométrica, aprimorando tanto a precisão quanto a segurança. Algoritmos de IA são capazes de analisar padrões complexos em dados biométricos, como características faciais ou impressões digitais, identificando anomalias e possíveis tentativas de fraude com alta eficiência. Por exemplo, a combinação da biometria com IA e machine learning (aprendizado de máquina, em português) permite analisar grandes volumes de dados biométricos em tempo real, aprendendo continuamente com novos padrões. Isso melhora a detecção de fraudes e reduz falsos positivos e negativos.
Além disso, a IA facilita a implementação de sistemas de autenticação contínua, que monitoram constantemente o comportamento do usuário para garantir que a pessoa autenticada inicialmente seja a mesma que continua a usar o sistema. Essa abordagem dinâmica aumenta significativamente a segurança, adaptando-se a novas ameaças e técnicas de ataque.
3.3. Blockchain e descentralização de dados
A tecnologia de blockchain oferece uma abordagem inovadora para a proteção de dados biométricos por meio da descentralização. Blockchain é um registro digital distribuído que armazena informações em blocos interligados e protegidos por criptografia, tornando os dados imutáveis e altamente seguros. Essa estrutura garante que qualquer tentativa de alteração seja identificada, já que cada bloco depende do anterior, criando uma cadeia confiável e resistente a fraudes.
Ao armazenar informações biométricas em uma rede descentralizada, o blockchain assegura a integridade e a autenticidade dos dados, eliminando pontos únicos de falha. Essa tecnologia facilita auditorias, garante transparência e fortalece o cumprimento de regulamentações de proteção de dados. Empresas inovadoras já utilizam blockchain para criar sistemas de autenticação seguros, como a Humanity Protocol, que emprega escaneamentos biométricos para verificar identidades sem expor informações sensíveis. Assim, a integração de blockchain com biometria reforça as barreiras de segurança, tornando o acesso a dados biométricos mais seguro e confiável.
A implementação dessas tecnologias avançadas é mandatória para que as empresas protejam os dados biométricos de seus usuários, mantendo a confiança e a conformidade com as regulamentações vigentes. Agora, abordaremos quais são as melhores práticas e recomendações para a adoção eficaz dessas soluções no ambiente corporativo, garantindo uma abordagem proativa na proteção de informações sensíveis.
4. Melhores práticas para proteger informações biométricas
Implementar estratégias eficazes para proteger dados biométricos não só previne acessos não autorizados, mas também fortalece a confiança nas soluções tecnológicas oferecidas. A seguir, destacamos três práticas recomendadas para assegurar a integridade dessas informações sensíveis.
- Autenticação multifator (MFA, em inglês, Multi-Factor Authentication): se trata de adicionar camadas extras de segurança ao processo de verificação de identidade, exigindo que o usuário forneça múltiplas formas de autenticação antes de conceder acesso a sistemas ou dados. Isso pode incluir uma combinação de senhas, tokens físicos e dados biométricos. Ao implementar a MFA, mesmo que uma credencial seja comprometida, as chances de acesso não autorizado diminuem significativamente. Por exemplo, além de uma senha, o sistema pode solicitar uma impressão digital ou um código enviado para o dispositivo móvel do usuário, garantindo uma proteção mais robusta;
- Controle de acesso e gestão de permissões: estabelecer controles de acesso rigorosos e uma gestão eficiente de permissões é vital para limitar o acesso a dados biométricos apenas a indivíduos autorizados. Isso envolve definir claramente quem pode visualizar ou manipular essas informações e assegurar que os privilégios de acesso sejam regularmente revisados e atualizados, conforme necessário. A implementação de políticas de privilégio mínimo, onde os usuários recebem apenas as permissões essenciais para desempenhar suas funções, reduz o risco de exposição indevida de dados sensíveis. Além disso, o uso de soluções que monitoram e registram tentativas de acesso pode ajudar a identificar e responder rapidamente a atividades suspeitas;
- Monitoramento e auditoria contínua: a vigilância constante dos sistemas que armazenam e processam dados biométricos é crucial para detectar e mitigar possíveis ameaças em tempo hábil. Implementar ferramentas de monitoramento que rastreiam atividades em tempo real permite a identificação imediata de comportamentos anômalos ou tentativas de acesso não autorizadas. Além disso, conduzir auditorias regulares dos processos e sistemas ajuda a garantir a conformidade com as políticas de segurança estabelecidas e a identificar áreas que necessitam de melhorias. Por exemplo, revisar logs de acesso pode revelar padrões suspeitos que, de outra forma, passariam despercebidos, permitindo ações proativas para reforçar a segurança.
Ao adotar essas práticas, as empresas não só evitam vulnerabilidades e riscos, mas também criam um ambiente digital confiável e preparado para os desafios futuros. Proteger dados biométricos com estratégias robustas reforça o compromisso com a inovação segura e fortalece a relação com clientes e parceiros — valores que posicionam empresas à frente em um cenário cada vez mais digital e competitivo.
5. O futuro da segurança biométrica
À medida que a tecnologia avança, a segurança biométrica evolui para enfrentar novos desafios e atender às crescentes demandas por proteção de dados. Nesta seção, exploraremos as tendências emergentes e o papel da biometria comportamental como solução adicional na proteção de informações sensíveis. Confira!
5.1. Tendências e novas tecnologias
O futuro da segurança biométrica está diretamente ligado à inovação tecnológica. Com o aumento das ameaças cibernéticas e a crescente adoção de biometria em diversos setores, novas tecnologias estão surgindo para garantir que dados sensíveis permaneçam protegidos.
Confira as principais tendências que moldam o futuro da segurança biométrica:
- Integração de inteligência artificial: a IA está sendo incorporada aos sistemas biométricos para aprimorar a precisão e a eficiência na autenticação de usuários. Algoritmos avançados permitem a análise em tempo real de características biométricas, identificando padrões e anomalias com maior rapidez e assertividade. Essa integração resulta em sistemas mais robustos e adaptáveis às diversas necessidades de segurança;
- Autenticação multimodal: combinar diferentes métodos biométricos, como reconhecimento facial e impressões digitais, está se tornando uma prática comum. Essa abordagem multimodal aumenta a segurança, pois exige múltiplas verificações de identidade, tornando mais difícil para fraudadores burlarem o sistema. Além disso, oferece flexibilidade aos usuários, permitindo a escolha do método de autenticação mais conveniente em diferentes contextos;
Uso de credenciais móveis: a substituição de credenciais físicas por alternativas digitais, como aplicativos móveis e dispositivos inteligentes, está em ascensão. Essas opções reduzem os riscos de perda ou clonagem e melhoram a experiência do usuário, facilitando o acesso seguro a sistemas e serviços. Empresas estão adotando soluções que permitem a gestão intuitiva e segura dessas credenciais móveis, alinhando-se às tendências de mobilidade e praticidade.
5.2. Biometria comportamental como solução adicional
A biometria comportamental analisa padrões únicos de interação dos usuários com dispositivos e sistemas, por exemplo, a dinâmica de digitação, movimentos do mouse e maneiras de segurar o smartphone. Diferentemente da biometria física, que se baseia em características estáticas como impressões digitais ou reconhecimento facial, a biometria comportamental foca em comportamentos que são difíceis de replicar por fraudadores.
Confira as principais vantagens dessa tecnologia:
- Segurança aprimorada: ao monitorar continuamente o comportamento do usuário, é possível detectar atividades suspeitas em tempo real, prevenindo fraudes antes que causem danos significativos;
- Experiência do usuário sem atritos: por operar em segundo plano, a biometria comportamental não exige ações adicionais dos usuários, proporcionando uma autenticação contínua e transparente. Isso melhora a satisfação do cliente, que não precisa lidar com múltiplas etapas de verificação;
- Dificuldade de reprodução por fraudadores: como os padrões comportamentais são únicos e complexos, torna-se extremamente desafiador para indivíduos mal-intencionados replicarem com precisão esses comportamentos para obter acesso não autorizado.
A implementação da biometria comportamental, especialmente quando combinada com outras formas de autenticação, oferece uma camada adicional de segurança. Essa abordagem híbrida fortalece a defesa contra ameaças cibernéticas, garantindo que apenas usuários legítimos tenham acesso a informações sensíveis. Empresas de diversos setores estão adotando essa tecnologia para proteger transações e dados, reconhecendo seu valor na construção de um ambiente digital mais seguro e confiável.
Dessa forma, a evolução da segurança biométrica, impulsionada por inovações tecnológicas e pela adoção de métodos como a biometria comportamental, representa um avanço significativo na proteção de dados. E organizações que investem nessas soluções se posicionam na vanguarda da segurança digital, oferecendo aos seus clientes não apenas serviços eficientes, mas também a garantia de que suas informações estão protegidas contra ameaças emergentes.
6. Como a Skyone garante segurança avançada para dados biométricos?
Na Skyone, a proteção de dados biométricos é uma prioridade. Com a crescente adoção dessas tecnologias, garantir a integridade e a confidencialidade das informações tornou-se essencial. Por isso, oferecemos soluções robustas e integradas, alinhadas às melhores práticas de segurança da informação para proteger os dados dos nossos clientes:
- Autenticação forte de usuários: implementamos mecanismos de autenticação multifator, combinando senhas, tokens e dados biométricos. Isso assegura que apenas pessoas autorizadas acessem sistemas sensíveis, diminuindo significativamente o risco de invasões. Também disponibilizamos ferramentas de single sign-on (SSO), facilitando o acesso seguro a múltiplas aplicações com um único login centralizado;
- Criptografia avançada: utilizamos protocolos de criptografia de ponta para proteger os dados em trânsito e em repouso. Garantimos que as informações biométricas permaneçam ilegíveis para qualquer agente mal-intencionado, aplicando criptografia em todas as etapas de processamento e armazenamento;
- Monitoramento contínuo e detecção de ameaças: nosso Security Operations Center (SOC) realiza o monitoramento contínuo dos sistemas, permitindo a detecção proativa de atividades suspeitas e respostas rápidas a incidentes. Utilizamos ferramentas de análise comportamental e inteligência artificial para identificar e mitigar ameaças em tempo real;
- Conformidade com regulamentações: garantimos que nossas soluções estejam em conformidade com a LGPD e outras regulamentações, implementando políticas rigorosas de controle de acesso, gestão de permissões e auditorias constantes para assegurar que os dados biométricos sejam tratados de forma legal e segura;
- Infraestrutura segura em nuvem: com nossa plataforma Skyone Autosky, facilitamos a migração e o gerenciamento de aplicações na nuvem, proporcionando escalabilidade, disponibilidade e segurança. Oferecemos soluções como Web Application Firewall (WAF) e Security Manager, que protegem as aplicações contra diversas ameaças cibernéticas;
- Gestão de acessos privilegiados: implementamos soluções de gestão de acessos privilegiados que monitoram e controlam rigorosamente as contas com permissões elevadas, garantindo rastreabilidade e prevenindo usos indevidos;
- Testes de intrusão (Pentest): realizamos testes de intrusão para identificar e corrigir vulnerabilidades antes que possam ser exploradas, avaliando a resiliência dos sistemas e aprimorando continuamente a segurança;
- Backup avançado: oferecemos soluções de backup avançado, garantindo que os dados biométricos sejam copiados regularmente e possam ser restaurados rapidamente, assegurando continuidade e disponibilidade;
- Treinamento e capacitação: investimos em treinamento e capacitação para as equipes dos nossos clientes, promovendo boas práticas de segurança e o uso adequado das nossas ferramentas, fortalecendo a cultura de proteção de dados nas organizações.
7. Conclusão
A utilização de dados biométricos trouxe avanços significativos para a segurança digital, tornando processos de autenticação mais rápidos e confiáveis. No entanto, essa evolução também impõe desafios que exigem uma abordagem estratégica para proteger informações sensíveis de forma eficiente.
Como vimos ao longo deste artigo, a proteção de dados biométricos não depende de uma única solução, mas de um conjunto de tecnologias e práticas que incluem criptografia avançada, inteligência artificial, blockchain e autenticação multifator. Além disso, a conformidade com regulamentações como a LGPD desempenha um papel fundamental na segurança e governança dessas informações.
A crescente sofisticação dos ataques exige um compromisso contínuo com inovação e segurança. Empresas que adotam tecnologias avançadas e políticas eficazes de proteção de dados não apenas mitigam riscos, mas também reforçam a confiança de seus usuários e parceiros, garantindo um ambiente digital mais seguro e resiliente.
Agora, que tal aprofundar seu conhecimento sobre a proteção de informações sensíveis e a conformidade com regulamentações? Convidamos você a ler nosso artigo “A importância da governança de dados para a conformidade com a LGPD”, no qual exploramos as melhores práticas para atender às exigências legais e garantir a segurança dos dados, fortalecendo a estratégia de proteção da sua organização.
Caco Alcoba
Com vasta experiência em cibersegurança, Caco Alcoba é um verdadeiro guardião do mundo digital. Na “Coluna do Caco”, no LinkedIn da Skyone, ele compartilha análises afiadas sobre ameaças cibernéticas, proteção de dados e estratégias para manter a segurança no ambiente digital em constante evolução.
Conecte-se com Caco no Linkedin: https://www.linkedin.com/in/caco-alcoba/