NRF 2026: o varejo não espera o futuro, ele vive o “Next Now”

Você já sentiu que o “amanhã” chegou antes do esperado? Na abertura da NRF 2026, ficou evidente que o varejo entrou em uma nova fase. Após anos de incertezas e gargalos globais, a indústria provou ser uma força estabilizadora na vida das pessoas. Mas o grande conceito desta edição foi, sem dúvida, o Next Now.

A mensagem é direta: a transformação não espera por serviços perfeitos ou cenários ideais. O próximo capítulo do varejo já está sendo escrito agora, e quem não participa ativamente dessa construção corre o risco de ficar para trás.

Neste artigo, exploramos os pilares que dominaram o Big Show deste ano e como a Skyone está ajudando empresas a transformar o “agora” em vantagem competitiva.

1. A IA deixou de ser “trend” para virar o motor do varejo

Paramos de falar da Inteligência Artificial como algo futurista e passamos a tratá-la como a eletricidade da operação. Na NRF 2026, a IA deixou de ser um acessório para se tornar a base estratégica do setor.

O varejo vencedor hoje é, essencialmente, uma empresa de tecnologia que entrega produtos físicos. Não se trata mais apenas de chatbots, mas de IA Agêntica: modelos capazes de prever, decidir e agir de forma autônoma.

“Na NRF, ficou muito claro que a IA já está impactando diretamente o comportamento do consumidor. O que vimos foram aplicações práticas de inteligência artificial, automação e dados sendo usadas para melhorar, de verdade, a vida de quem está na ponta: o cliente. Não é sobre tendência, é sobre execução.” — Felipe Wasserman, Diretor de Marketing e Growth da Skyone

Por que isso é vital para o Brasil? Com o custo de capital elevado, estoque parado é prejuízo direto. A IA entra para transformar dados brutos em inventário inteligente, reduzindo desperdícios e aumentando a velocidade de resposta ao desejo do cliente em tempo real. Esse movimento ficou evidente ao longo da NRF 2026, onde a inteligência artificial deixou de ser discurso e passou a ser base concreta da experiência no varejo.

“Viver a NRF 2026 foi mergulhar, de fato, no ecossistema global de inovação digital. Inteligência artificial, automação e análise de dados não aparecem mais como promessas, mas como pilares reais da experiência do cliente. As conexões feitas e os aprendizados com líderes globais reforçam que o varejo do futuro precisa ser, ao mesmo tempo, tecnológico, sustentável e profundamente humano.” — Luiz Carlos, Diretor de Vendas da Skyone

2. Anatomia dos dados: onde a mágica acontece

Se a IA é o motor, os dados são as células desse organismo. No entanto, dados brutos sem refinamento são apenas ruído. O conceito de Anatomia dos Dados mostra que o valor real só aparece quando eles estão organizados, integrados e prontos para uso estratégico.

A inovação trava quando os dados estão espalhados em silos. Para que a IA funcione plenamente, é necessária uma governança clara, o que chamamos de Governança do Artificial. Sem integração, a agilidade se perde na complexidade técnica.

3. Varejo com alma: a arte da conexão irracional

Apesar do avanço tecnológico, a NRF 2026 aterrissou em um conceito que nenhum algoritmo consegue replicar (ainda): a autenticidade.

Grandes nomes, como Ryan Reynolds, destacaram que construir marcas amadas exige vulnerabilidade e o que ele chama de “micro-autenticidade”. No varejo, o cliente busca conforto, comunidade e identidade. Se você faz seu cliente se sentir visto, a fidelidade deixa de ser sobre preço e passa a ser sobre pertencimento.

4. O renascimento do espaço físico: do luxo ao ritual diário

Nova York mostrou que a loja física não morreu; ela se transformou em experiência, pausa e ritual.

  • Varejo de luxo: gigantes como Dior e Chanel redefiniram o ato de comprar, transformando lojas em museus imersivos e spas exclusivos.
  • Inclusividade: marcas como a SKIMS elevaram o design com propósito, celebrando todos os tons de pele e formas de corpo no centro da arquitetura de varejo.
  • Varejo sem pressão: o tempo é o novo luxo. Flagships que oferecem refúgio e pausa no caos urbano estão ditando o ritmo.

5. Marketplace: curadoria e agilidade estratégica

O debate sobre marketplaces revelou que essa modalidade deixou de ser um “puxadinho” digital para se tornar o coração da autoridade de marca. Empresas como Target e Nordstrom usam o marketplace para testar tendências rapidamente sem o risco financeiro do estoque próprio.

É a “Spotifyzação” do varejo: um catálogo vasto, mas com curadoria tecnológica que coloca o produto certo diante do cliente no momento ideal.

Conclusão: tecnologia aplicada à jornada humana

A NRF 2026 consolidou a transição definitiva da “tecnologia pela tecnologia” para a tecnologia aplicada à jornada humana. No xadrez do varejo moderno, a melhor jogada é aquela que une a inteligência dos dados à sensibilidade da experiência humana.

“Estar na NRF representando a Skyone foi viver, de perto, o futuro do varejo. Absorvemos tendências globais, trocamos com líderes do mundo inteiro e, principalmente, transformamos conhecimento em ações concretas para nossos clientes. Isso reforça nosso compromisso com inovação, excelência e resultados reais para o negócio.” — Bruno Coelho, Diretor Comercial da Skyone

Para nós, da Skyone, voltar do evento significa assumir um compromisso ainda mais forte com o mercado: transformar dados em decisões e tecnologia em experiências que realmente movem os ponteiros do negócio.

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Autor

  • Redatora e estrategista de conteúdo, Izabelle acredita que toda inovação merece ser bem contada. Formada em Marketing e pós-graduada em Jornalismo Contemporâneo e Digital, atua na criação de textos que conectam inovação, marca e resultado.

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