Desafios de cibersegurança: as perspectivas sobre ameaças que a sua empresa precisa saber

A cibersegurança é um componente vital da era digital para as empresas. Com a crescente dependência da tecnologia para atividades cotidianas, proteger informações sensíveis e sistemas contra ataques cibernéticos tornou-se primordial. Não é mais uma questão de escolha – é  uma obrigação. 

A cibersegurança abrange uma variedade de práticas, tecnologias e processos projetados para proteger redes, computadores, programas e dados contra acesso não autorizado, danos ou ataques frequentemente direcionados à exploração.

À medida que o panorama de ameaças cibernéticas continua a evoluir, organizações e indivíduos devem se manter informados sobre as últimas ameaças de segurança e estratégias de proteção. Ataques como malware, ransomware e phishing estão se tornando mais sofisticados, exigindo que as medidas de cibersegurança se adaptem constantemente. 

Conscientização e educação são componentes-chave na luta contra ameaças cibernéticas. Ao promover uma cultura de cibersegurança, as organizações podem ajudar a prevenir violações e minimizar o impacto de ataques.

Isso envolve não apenas investir em soluções avançadas de segurança, mas também qualificar o quadro de funcionários para reconhecer e responder adequadamente a riscos. 

Atualizações regulares, procedimentos de backup e políticas de senhas fortes são apenas alguns exemplos das medidas proativas que precisam ser incorporadas a uma estratégia abrangente de cibersegurança.

Abaixo, conheça mais sobre este cenário, os principais desafios trazidos pelo avanço tecnológico e como se prevenir de forma adequada às ameaças impostas à exposição de dados. 


A evolução das ameaças cibernéticas no Brasil e no mundo

As ameaças cibernéticas avançaram significativamente ao longo dos últimos anos, evoluindo tanto em complexidade quanto em escala

Inicialmente, os ataques mais comuns se resumiam a vírus e worms, que costumavam causar danos considerados locais. Os primeiros referem-se a programas maliciosos que se anexam a arquivos existentes e se espalham quando os mesmos são compartilhados.  Já os worms são códigos autônomos que se replicam e se espalham através de redes, explorando vulnerabilidades em sistemas conectados.

Ambos são utilizados para corromper dados, interromper operações de computadores e, em alguns casos, se autorreplicar para alcançar outros dispositivos. 

Esses tipos de ameaças são exemplos iniciais do cenário de cibersegurança, que evoluiu para incluir uma gama mais ampla de ataques sofisticados nos dias de hoje. Com o avanço da internet, as ameaças se transformaram em diversos aspectos, incorporando também a vulnerabilidade humana como alvo.

Se na década de 2000 o predomínio das ameaças cibernéticas se concentrava em vírus auto-replicáveis, a partir de 2010 começaram a surgir o que chamamos de ataques de engenharia social e Ameaças Persistentes Avançadas (APTs).

Os ataques de engenharia social são estratégias que manipulam indivíduos para obter informações confidenciais, explorando a vulnerabilidade humana. Os exemplos mais comuns incluem phishing e pretexting

  • Phishing: é a tentativa de enganar indivíduos para que divulguem informações confidenciais, como senhas, informações de cartão de crédito ou detalhes de login. Os hackers geralmente se passam por entidades confiáveis, como instituições financeiras, empresas legítimas ou serviços online, criando mensagens falsas, sites ou e-mails que parecem autênticos;

  • Pretexting: é quando o hacker cria uma narrativa fictícia ou um “pretexto” para obter informações confidenciais de uma pessoa ou para ganhar acesso não autorizado a sistemas. Em outras palavras, a ameaça inventa uma história plausível para enganar a vítima e conseguir que ela divulgue informações sensíveis.


Por outro lado, as Ameaças Persistentes Avançadas (APTs) são ataques cibernéticos de longo prazo, conduzidos por atores altamente qualificados, como grupos patrocinados por governos ou organizações criminosas.

Esses ataques buscam acesso persistente a sistemas valiosos, muitas vezes passando despercebidos, e envolvem fases como comprometimento inicial, movimentação lateral e exfiltração de dados. 

A detecção e a resposta eficazes são cruciais para enfrentar as APTs, enquanto a conscientização e a educação são fundamentais para mitigar os riscos associados aos ataques de engenharia social

Neste contexto, a inteligência artificial e o aprendizado de máquina são ferramentas usadas tanto para defesa quanto para a criação de novos tipos de ataques automatizados e adaptáveis.


Desafios técnicos e organizacionais da cibersegurança

A evolução tecnológica traz consigo desafios complexos em cibersegurança, exigindo medidas avançadas para proteger infraestruturas críticas e dados sensíveis. 

Como vimos acima, enfrentar os desafios associados a essa tarefa crucial é uma jornada complexa: não basta mais investir apenas na melhor tecnologia de combate. É preciso também preparar os profissionais de TI – inclusive emocionalmente – para lidarem com esse cenário, uma vez que sua própria vulnerabilidade pode ser vítima desses ataques. 

Veja, abaixo, alguns dos temas mais relevantes e urgentes que moldam esse cenário desafiador:


IoT e dispositivos conectados

A explosão de dispositivos conectados à Internet das Coisas (IoT) trouxe inúmeras conveniências, mas também desafios significativos para a cibersegurança, uma vez que a hiperconectividade aumenta a superfície dos ataques. 

A diversidade de dispositivos e a falta de padrões de segurança consistentes podem criar pontos vulneráveis na rede. Imagine cada dispositivo como um ponto potencial de entrada para ameaças que podem comprometer redes inteiras.

Proteger esses pontos requer estratégias avançadas de cibersegurança, desde a autenticação segura via criptografia até a segmentação de rede, garantindo que a conectividade não se traduza em vulnerabilidades exploráveis.


Inteligência artificial na cibersegurança

A ascensão da inteligência artificial (IA) na cibersegurança oferece promessas e desafios intrigantes. 

Por um lado, algoritmos de aprendizado de máquina podem detectar padrões complexos e identificar ameaças de forma proativa. No entanto, a própria IA também é uma grande fonte de pesquisa explorada por hackers para desenvolver ataques mais sofisticados

O equilíbrio entre sua utilização como escudo e a necessidade de estar à frente de potenciais adversários é um dilema constante.

A inteligência artificial aprimora a detecção e resposta a incidentes de segurança. No entanto, ela também requer grandes volumes de dados para treinamento e pode ser suscetível a ataques de envenenamento dos mesmos, onde informações maliciosas manipulam o aprendizado da máquina.


Gestão de patches e versionamentos

Manter sistemas e softwares atualizados é o primeiro passo para uma estratégia segura de cibersegurança. 

A gestão de patches eficaz envolve a atualização contínua de sistemas para corrigir vulnerabilidades conhecidas. No entanto, essa tarefa se torna complexa em ambientes com diversos sistemas operacionais e aplicativos. 

Atrasos ou falhas no processo podem deixar organizações expostas a ataques. A implementação de processos eficientes de atualização e a priorização de patches críticos são elementos fundamentais para evitar lacunas na segurança.


Zero-Day exploits

Exploits de Zero-Day referem-se à exploração de vulnerabilidades desconhecidas pelos fabricantes e sem patches disponíveis. Eles representam um desafio constante, pois exploram possíveis falhas antes mesmo de serem identificadas pelas equipes de cibersegurança. 

Detectar e mitigar essas ameaças exige uma abordagem proativa, envolvendo a monitorização contínua, análise comportamental avançada e respostas rápidas a atividades suspeitas. 

A colaboração com a comunidade de segurança e o desenvolvimento de estratégias de mitigação ágeis são essenciais nesse cenário dinâmico.


Desafios na nuvem e virtualização

A nuvem e a virtualização trouxeram avanços significativos para o armazenamento e processamento de dados, mas também apresentam desafios específicos de segurança que precisam ser gerenciados cuidadosamente.

Essas tecnologias têm categorias distintas quando comparadas a outras mais tradicionais, principalmente porque os dados estão mais expostos, tanto em volume quanto em quantidade de acessos simultâneos.


Segurança em ambientes de nuvem

Em ambientes de nuvem, a segurança de dados e a gestão de identidade e acesso são preocupações primordiais.

A distribuição de dados em múltiplas localidades e a multiplicidade de usuários acessando a plataforma ao mesmo tempo exigem políticas robustas de autenticação e controles de acesso. 

Neste caso, pelo menos duas estratégias principais devem ser implementadas pelas empresas: 

  1. Criptografia: proteção de dados em trânsito e armazenados, utilizando protocolos de criptografia fortes;

  2. Autenticação Multifator (MFA): camada adicional de segurança para verificar a identidade dos usuários antes de conceder acesso a recursos na nuvem.


Ameaças à virtualização

A virtualização permite a criação de múltiplos ambientes virtuais isolados dentro de um único sistema físico. Nele, é possível executar múltiplos sistemas operacionais ou aplicativos em uma única máquina física, compartilhando os recursos de maneira eficiente.

Isso é realizado por meio de um software chamado “hipervisor” ou “monitor de máquinas virtuais”, que cria e gerencia essas instâncias virtuais.

A virtualização oferece flexibilidade, escalabilidade e otimização de recursos, facilitando a administração de ambientes de TI e contribuindo para a eficiência operacional.  Mas isso também pode introduzir vulnerabilidades específicas,  como a fuga de máquinas virtuais e ataques entre máquinas virtuais.

Neste cenário,  duas ações são cruciais:

  1. Isolamento de Máquina Virtual: garantir que cada máquina virtual permaneça isolada das outras para prevenir o vazamento de dados e ataques cruzados;

  2. Atualizações de Software: manter todos os softwares de virtualização atualizados para mitigar riscos de segurança decorrentes de vulnerabilidades conhecidas.


Dicas para mitigar ataques cibernéticos

A melhor forma de proteger organizações contra ameaças digitais é a adoção de medidas proativas. De forma resumida, elas envolvem a antecipação e a prevenção de ameaças antes que elas se tornem incidentes graves de segurança digital.

Confira, abaixo, um passo a passo fundamental para mitigar riscos e fortalecer a postura de cibersegurança.


Implemente soluções inteligentes

Investir em soluções avançadas de cibersegurança é o primeiro passo para uma defesa eficaz. 

Utilize firewalls de última geração, antivírus atualizados e sistemas de detecção de intrusões para proteger sua infraestrutura contra ameaças conhecidas e emergentes. A Skyone tem sete módulos de cibersegurança para proteger os dados e sistemas da sua empresa, com monitoramento contínuo.

É recomendado que essas soluções sejam atualizadas regularmente para combater as mais recentes ameaças cibernéticas. Empregar sistemas de autenticação multifator aumenta a segurança ao exigir mais do que apenas uma senha para acessar informações sensíveis.


Faça backup periódico de dados

Realizar backups com regularidade é uma salvaguarda contra a perda de dados em caso de ataque. 

Certifique-se de armazená-los em locais seguros, como sistemas de armazenamento em nuvem,  e teste sua capacidade de recuperação para garantir sua eficácia quando necessário

Além disso, é imprescindível que este processo seja prático e funcional conforme as necessidades e estruturas de cada empresa. Por exemplo, com o backup avançado da Skyone você não precisa ter recursos técnicos especializados em backup e ainda garante as melhores práticas de cibersegurança aplicadas ao seu ambiente.


Promova uma cultura voltada para a segurança

A segurança cibernética é uma responsabilidade compartilhada por todos os membros da organização. 

Treinamentos regulares e simulações de ataques podem preparar os funcionários para responder eficientemente a incidentes cibernéticos. Considerar também a criação de políticas claras de segurança e garantir que todos na organização as compreendam e as sigam é fundamental. 

A conscientização sobre phishing e outras táticas comuns de engenharia social, como e-mails maliciosos e links suspeitos, eleva a defesa contra ataques.


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Agora que você já sabe que as ameaças digitais estão em constante evolução, a segurança cibernética não é apenas uma opção, mas uma necessidade vital para a proteção dos seus dados e para a continuidade do seu negócio.

Nós, da Skyone, nos posicionamos como uma aliada estratégica para fortalecer a segurança da sua empresa. Através de uma abordagem proativa, nossa plataforma oferece soluções especializadas de cibersegurança projetadas para agir contra uma ampla gama de ameaças digitais.

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Conclusão

A cibersegurança é uma peça fundamental no contexto da tecnologia contemporânea. Mas, apesar de parecer óbvia, implementá-la de forma eficaz ainda é um desafio para a maioria das empresas.  

Para ser eficaz, a segurança cibernética necessita de uma abordagem integrada e adaptativa, onde a tecnologia e os comportamentos humanos se alinham para criar um ambiente digital mais seguro. 

Nesse contexto, você já ouviu falar em Pentest (ou teste de invasão)? Essa é uma ferramenta essencial para todo o negócio que precisa evoluir em segurança cibernética e se armar cada vez mais contra as ameaças.

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