Segurança da informação: o que é e como proteger seus dados empresariais

Hoje, é inegável que a informação se tornou um ativo valioso para empresas de todos os portes. Com a rápida evolução da tecnologia, a segurança da informação é um tema crucial para garantir a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados empresariais.

Nesta era onde a conectividade é a espinha dorsal dos negócios, proteger as informações contra ameaças cibernéticas é mais vital do que nunca. E não é para menos: de acordo com um estudo da Universidade de Maryland, hackers atacam a cada 39 segundos no mundo, em média.

Assim, neste artigo, mergulharemos no universo da segurança da informação, explicando o que ela significa para os negócios e destacando a importância de manter os dados empresariais seguros. 

Ao longo do texto, exploraremos as ameaças mais comuns que as organizações enfrentam atualmente, fornecendo insights sobre como os empreendedores e gestores podem implementar práticas eficazes de segurança para proteger seus ativos digitais.

Fique conosco!

O que é segurança da informação?

Segurança da informação é sobre o conjunto de práticas e ferramentas destinadas a proteger dados e sistemas contra acesso indevido ou ataques, assegurando a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade de informações. 

Abrangendo medidas como criptografia, controle de acesso e estratégias de segurança para salvaguardar informações sensíveis, essa proteção de dados é construída em torno de três pilares fundamentais conhecidos como a Tríade CIA: confidencialidade, integridade e disponibilidade

A confidencialidade assegura que somente pessoas autorizadas tenham acesso a certas informações. Já a integridade refere-se à precisão e à completude dos dados, evitando alterações não autorizadas. Por outro lado, a disponibilidade garante que as informações estejam acessíveis para usuários autorizados sempre que necessário.

Por que a segurança da informação é crucial para as empresas?

Dados empresariais, que incluem informações sensíveis, estratégias de negócios e dados confidenciais dos clientes, representam ativos cruciais que, se comprometidos, podem resultar em sérias consequências financeiras, reputacionais e legais. 

Assim, a segurança da informação não apenas protege contra potenciais perdas financeiras, mas também preserva a confiança dos clientes, mantendo a integridade da marca. 

Veja, abaixo, alguns itens-chave desse processo:

  • Confidencialidade: impede que dados sigilosos sejam acessados por indivíduos não autorizados, mantendo a privacidade da informação;
  • Integridade: assegura que as informações não sejam alteradas de forma indevida, intencional ou acidentalmente;
  • Autenticidade: garante que as partes envolvidas numa transação ou comunicação sejam de fato quem afirmam ser;
  • Disponibilidade: Busca garantir que os dados estejam disponíveis para acesso e uso legítimo sempre que necessário.

Empresas que falham em manter a segurança de suas informações podem sofrer impactos severos, que vão desde perdas financeiras significativas até a ação legal por violações regulatórias, como as estipuladas pela Lei Geral de Proteção de Dados no Brasil.

Quais são os principais impactos de um incidente de segurança?

Incidentes de segurança vão além de perda de dados, podendo incluir roubo, danos e vulnerabilidades exploradas por criminosos cibernéticos, resultando em prejuízos materiais e imateriais. 

Uma violação de dados, por exemplo, pode resultar em divulgação não autorizada de informações sensíveis e confidenciais, acarretando em custos elevados com reparos, multas regulatórias e recuperação de imagem, pois a confiança do consumidor fica comprometida.

Por isso, auditorias e melhores práticas de segurança de TI são essenciais na prevenção de ataques e na promoção de uma forte cultura de segurança digital.

Quais são as ameaças mais comuns à segurança da informação?

Imagem sobre ameaças mais comuns à segurança da informação

Atualmente, as empresas e organizações enfrentam constantes desafios devido às diversas formas de ataques cibernéticos praticados por criminosos. Entre as ameaças mais comuns estão o malware, o phishing e os ataques de engenharia social, cada um representando riscos específicos para empresas e usuários.

Veja detalhes abaixo:

Malware

Malware, um termo que combina as palavras “malicious” e “software“, refere-se a programas criados para infectar e danificar sistemas. Os tipos de malware incluem vírus, ransomware, e spyware. O ransomware é particularmente destrutivo pois bloqueia o acesso ao sistema ou a dados até que um resgate seja pago. O spyware, por outro lado, pode monitorar e transmitir secretamente as atividades do usuário.

Phishing

Essa é uma técnica de fraude online onde criminosos enviam e-mails ou mensagens que parecem ser de fontes confiáveis, mas têm o objetivo de obter informações sensíveis como logins e dados bancários. Mensagens de phishing geralmente induzem o destinatário a clicar em links maliciosos, levando a perda de dados ou brechas de segurança.

Ataques de engenharia social

Tais ataques manipulam indivíduos para que revelem informações confidenciais ou executem ações que comprometam a segurança da informação. Eles exploram a confiança humana e frequentemente precedem outras formas de ataques digitais, pavimentando o caminho para ameaças mais diretas ao sistema de informações.

Quais são as normas e regulamentações existentes?

As regulamentações em segurança da informação existem no Brasil e no mundo e visam proteger dados e assegurar a integridade, confidencialidade e disponibilidade das informações. Assim, elas são essenciais para combater a cibercriminalidade, garantindo a conformidade legal e a gestão de risco.

Vejamos algumas:

GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados)

O GDPR é um marco regulatório da União Europeia que estabelece diretrizes para a coleta e processamento de informações pessoais dos cidadãos da UE. Esse regulamento exige que as empresas implementem medidas técnicas e organizacionais adequadas para garantir um nível de segurança apropriado, contemplando proteção contra acessos não autorizados e vazamentos de dados.

LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) no Brasil

No Brasil, a LGPD regula o tratamento de dados pessoais, incluindo em meios digitais, por pessoa natural ou jurídica de direito público ou privado. A lei foi influenciada pelo GDPR e visa assegurar a privacidade e proteção dos dados pessoais, através de um conjunto de práticas de governança e compliance.

ISO 27001 – Sistema de Gestão de Segurança da Informação

A norma ISO 27001 oferece requisitos para um sistema de gestão de segurança da informação (SGSI), possibilitando que organizações gerenciem a segurança de ativos como informações financeiras, propriedade intelectual, detalhes de funcionários ou informações confiadas por terceiros. A adesão a esta norma é fundamental para estabelecer, implementar, operar, monitorar, revisar, manter e melhorar a segurança da informação.

Segurança da informação: como proteger seus dados empresariais

Para garantir que os dados de uma empresa estejam bem protegidos, é essencial adotar um conjunto de medidas estratégicas abrangendo desde políticas internas até tecnologias avançadas. O foco precisa estar em proteção, prevenção e capacidade de resposta aos incidentes.

Confira:

Políticas de segurança

As políticas de segurança são fundamentais para estabelecer as normas e procedimentos a serem seguidos por todos na empresa. Elas ajudam na prevenção de vazamentos e acessos indevidos aos dados corporativos. Por exemplo, a definição de regras para a criação de senhas fortes e a regulação do acesso a informações sensíveis são práticas comuns em políticas de segurança eficientes.

Educação e treinamento

Investir na educação e treinamento dos colaboradores é essencial, já que o fator humano pode ser um dos maiores riscos para a segurança da informação. Assim, programas de conscientização e cursos sobre segurança de dados ajudam a criar uma cultura empresarial de vigilância e proteção.

Monitoramento e auditoria

Uma abordagem proativa para a segurança da informação passa pelo monitoramento constante e auditoria dos sistemas da empresa. Isso inclui a utilização de ferramentas que detectam e alertam sobre atividades suspeitas, facilitando uma rápida intervenção para proteger os dados empresariais.

Tecnologias de segurança

No âmbito tecnológico, a implementação de tecnologias de segurança como firewalls e softwares antivírus é imprescindível. Outros recursos como a criptografia fortalecem a segurança de rede da empresa, assegurando que, mesmo em caso de eventual interceptação, os dados estejam inacessíveis a terceiros não autorizados. 

Veja, a seguir, detalhes sobre algumas dessas tecnologias:

Firewall e IDS/IDP

Firewalls e sistemas de detecção e prevenção de intrusões (IDS/IPS) são elementos essenciais na segurança da informação das empresas. Um firewall atua como uma barreira entre uma rede interna segura e redes não confiáveis, inspecionando o tráfego que entra e sai e bloqueando ou permitindo dados com base em um conjunto definido de regras de segurança. 

Por outro lado, um IDS monitora o tráfego de rede em busca de atividades suspeitas que possam indicar uma tentativa de intrusão, enquanto um IPS, que é um passo adiante do IDS, não apenas detecta, mas também tenta prevenir a atividade maliciosa identificada.

Antivírus e antimalware

Esses são softwares projetados para proteger computadores e redes contra vírus, worms, trojans e spyware. Eles atuam escaneando o sistema em busca de assinaturas conhecidas de malware e comportamentos suspeitos, removendo ou colocando em quarentena ameaças detectadas para impedir que causem danos. 

Além disso, muitas soluções antivírus e antimalware modernas também incluem recursos de proteção em tempo real, como varreduras heurísticas e atualizações automáticas para adaptar-se constantemente às novas ameaças que estão surgindo.

Segurança de rede

Abrange todas as políticas, procedimentos e práticas adotadas para prevenir e monitorar o acesso não autorizado, mau uso, modificação ou negação de uma rede de computadores e recursos acessíveis em rede. 

Isso inclui uma variedade de tecnologias, dispositivos e processos, como os já mencionados firewalls, IDS/IPS, antivírus, criptografia, controle de acesso e gestão de vulnerabilidades. A segurança de rede tem como objetivo garantir a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados e serviços da rede.

Por que os controles de acesso e identidade são importantes?

A implementação de controles de acesso e identidade é fundamental para fortalecer a segurança da informação. Eles garantem que recursos críticos estejam protegidos contra o acesso não autorizado, enquanto permitem que usuários legítimos tenham a autenticação e autorização necessárias para executar suas atividades de forma segura.

Confira, a seguir, detalhes sobre os controles de acesso e identidade:

Autenticação de usuários

A autenticação é o processo de verificar se alguém é quem de fato diz ser. Em um contexto de segurança da informação, ela é essencial para assegurar que as senhas de acesso e outras credenciais sejam atribuídas e utilizadas corretamente. 

Assim, métodos de autenticação robustos protegem contra invasões ao confirmarem a identidade do usuário por meio de uma ou mais formas de validação, tais como algo que a pessoa sabe (uma senha), algo que a pessoa tem (um token) ou algo que a pessoa é (biometria).

Autorização e controle de privilégios

Após a autenticação, a autorização define o que um usuário pode fazer dentro de um sistema, quais recursos pode acessar e as ações que pode realizar. 

O controle de privilégios é uma parte intrínseca desse processo, determinando o nível de acesso de cada indivíduo para proteger a privacidade e prevenir excessos que possam levar a falhas de segurança. A gestão de privilégios assegura que os usuários não tenham mais acessos do que necessário, adotando o princípio do menor privilégio.

Gerenciamento de identidade

O gerenciamento de identidades facilita a criação, manutenção e remoção dos acessos a sistemas e aplicações. Esse processo de gestão implica no monitoramento do ciclo de vida das identidades dos usuários.

Além disso, ele faz a integração entre diferentes tecnologias e plataformas para que o controle de acesso seja eficiente e seguro. É um componente essencial para garantir a consistência nas estratégias de segurança da informação e minimizar os riscos associados a ela.

Segurança da informação em dispositivos móveis

Vivemos em uma era em que cada vez mais surgem diferentes dispositivos móveis que vêm para facilitar nossas vidas pessoais e profissionais. Entretanto, a segurança da informação nesses aparelhos é fundamental para proteger dados sigilosos e sistemas de ameaças digitais. 

Assim, com a utilização crescente de notebooks, smartphones e tablets no trabalho remoto, medidas específicas são necessárias para garantir a integridade e a confidencialidade das informações empresariais. Veja algumas delas:

Políticas de segurança para dispositivos móveis

Para proteger os dispositivos móveis, é essencial implementar políticas de segurança bem definidas. Essas políticas devem abranger a instalação obrigatória de atualizações de segurança, o uso de softwares de proteção e a criptografia de discos rígidos. Além disso, é importante realizar treinamentos periódicos com os usuários para assegurar que estejam cientes dos riscos e das melhores práticas no manejo de seus dispositivos.

VPNs e conexões seguras

O uso de uma VPN (Virtual Private Network) é importantíssimo para manter conexões seguras, principalmente em redes públicas. A VPN cria um túnel protegido por criptografia, assegurando que dados em trânsito entre os dispositivos móveis e os servidores da empresa permaneçam inacessíveis a interceptações mal-intencionadas. Recomenda-se optar por VPNs reconhecidas no mercado que ofereçam alto nível de segurança.

Riscos associados ao trabalho remoto

Com a pandemia da COVID-19, o trabalho remoto se consolidou e trouxe consigo riscos específicos como o acesso a redes Wi-Fi inseguras e a possibilidade de roubo ou perda física dos dispositivos. A adoção de ferramentas que possibilitem o rastreamento e a remoção remota de informações em casos de extravio do dispositivo móvel é uma camada extra de segurança para proteger sistemas e segurança de dados. Além disso, é indicado o uso de autenticação multifator para acessar informações corporativas.

Como gerenciar incidentes de segurança com eficiência

Tabela de Segurança da informação: como gerenciar incidentes de segurança com eficiência

Para garantir a integridade dos processos e a confiabilidade das informações, possuir um gerenciamento de incidentes de segurança eficaz na sua empresa é essencial. 

Isso envolve preparação, um plano de resposta a incidentes bem estruturado e uma avaliação sólida pós-incidente, sempre alinhando-se às melhores práticas e regulamentações de compliance. Confira cada etapa abaixo:

Preparação para incidentes de segurança

A preparação é a pedra angular da gestão de incidentes de segurança da informação. As organizações devem estabelecer uma política clara, definir e treinar uma equipe dedicada e enraizar uma cultura de segurança entre os colaboradores. Além disso, é importante realizar auditorias de risco periódicas e desenvolver estratégias de contingência detalhadas para diversos cenários.

  • Política de Segurança: definir normas e procedimentos;
  • Treinamento de Equipe: capacitar pessoas para resposta rápida e eficiente;
  • Cultura Organizacional: promover a conscientização sobre segurança da informação.

Plano de resposta a incidentes

É preciso um plano de resposta a incidentes robusto para lidar com ameaças de maneira eficiente. Deve-se detalhar ações específicas para a detecção, contenção, erradicação e recuperação de incidentes. É indispensável clarificar os papéis e responsabilidades de cada membro da equipe durante um incidente, garantindo uma execução coordenada e eficaz.

  • Detecção e Análise: sistemas de monitoramento para identificação rápida de ameaças;
  • Contenção, Erradicação e Recuperação: procedimentos para neutralizar incidentes e retomar a operação normal;
  • Comunicação: estratégias de comunicação interna e externa.

Avaliação pós-incidente

Depois da resolução de um incidente, é fundamental realizar uma avaliação para identificar as causas e melhorar os processos futuros. Essa avaliação deve documentar o ocorrido, analisar a atuação da equipe e recomendar ações para reforçar a segurança. O aprendizado a partir de cada incidente é vital para aprimorar as estratégias de segurança e aumentar a resiliência organizacional contra ameaças futuras.

  • Documentação: registrar detalhadamente o incidente e a resposta dada;
  • Refinamento de Processos: ajustar o plano de resposta a incidentes com base na análise do caso;
  • Feedback Contínuo: incentivar o feedback para melhoria contínua das práticas de segurança.

O que esperar do futuro da segurança da informação?

A segurança da informação está em constante evolução, e algumas das maiores mudanças são impulsionadas pelas tecnologias emergentes. O futuro envolve estratégias proativas e o uso de ferramentas avançadas para combater ameaças cibernéticas.

Descubra mais detalhes desse futuro abaixo:

Machine Learning e IA

A Inteligência Artificial (IA) e o Machine Learning estão se tornando essenciais na detecção e resposta a incidentes de segurança. Eles permitem a análise comportamental para identificar atividades suspeitas e automatizam as respostas a ameaças, melhorando a eficiência da segurança da informação. A capacidade de processar grandes volumes de dados e aprender com eles facilita a identificação de padrões de ataque.

Internet das Coisas (IoT)

Com o aumento da Internet das Coisas (IoT), mais dispositivos estão conectados à internet, e cada um representa um potencial ponto de entrada para invasores. A expansão da IoT exige que as estratégias de segurança da informação sejam robustas e capazes de proteger uma grande quantidade de dispositivos e dados. Assim, a IoT traz desafios em termos de escala e complexidade, exigindo que a cibersegurança seja parte intrínseca do design de dispositivos.

Segurança em nuvem

Esse é um componente crítico da transformação digital e seu papel está cada vez mais centralizado. Com o crescente uso de serviços baseados na nuvem, é necessário implementar medidas específicas que assegurem a proteção de dados e aplicativos nesse ambiente. A proteção dos dados em trânsito e em repouso, a gestão de acessos e a segurança de interfaces e APIs são aspectos vitais para garantir a segurança da informação na nuvem.

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Conclusão

Ao longo desse artigo, exploramos os múltiplos aspectos e a importância crucial da segurança da informação no contexto empresarial. Essa segurança não é uma simples linha de defesa, mas sim uma estrutura complexa que abrange práticas de gestão, tecnologias avançadas e uma cultura organizacional robusta voltada para a proteção dos dados.

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